A defesa do adolescente investigado por agredir o cão comunitário Orelha divulgou o vídeo que, segundo os advogados, coloca em dúvida a autoria do crime. As imagens mostram o animal caminhando pela vizinhança horas após o horário estimado pela Polícia Civil para as agressões.
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A Polícia Civil confirmou a autenticidade do vídeo, mas reforçou que nunca afirmou que o cão tenha morrido imediatamente após a agressão. De acordo com a investigação, o animal foi visto ferido no dia seguinte e teve o estado de saúde agravado até morrer após atendimento veterinário.
Laudos indicam que o ferimento na cabeça não foi instantaneamente fatal e que a lesão evoluiu ao longo de dois dias. A polícia também aponta contradições no depoimento do adolescente e afirma que imagens de câmeras de segurança reforçam a linha investigativa.
O inquérito foi concluído, com pedido de internação provisória do jovem.
*Com informações do g1