A três dias do segundo turno, as discussões políticas ocupam conversas familiares, grupos de mensagens e ambientes de trabalho. A disputa eleitoral também ganhou presença constante nas redes sociais, aumentando o desgaste emocional, o cansaço mental e a ansiedade entre brasileiros.
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O fenômeno vem sendo chamado por especialistas de “psicose política”. Segundo a psicanalista consultada pelo SBT, Fabiana Guntovitch, o termo não representa doença mental ou transtorno psiquiátrico, mas uma reação emocional e social diante da polarização.
Para a especialista, a expressão está relacionada ao descolamento da realidade, quando crenças e narrativas passam a ter mais peso do que os fatos apresentados.
A polarização também afeta relações pessoais. De acordo com Guntovitch, a participação da população nos debates políticos é importante, mas não é saudável quando as divisões partidárias interferem em vínculos de amizade e familiares.
Com informações do SBT News.