A perícia encontrou um projétil alojado na cabeça da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, assassinada em Caldas Novas (GO). O achado reforça a linha de investigação sobre a dinâmica do crime, embora ainda não esteja esclarecido onde foi feito o disparo, já que moradores do condomínio relataram que não escutaram tiros no dia do desaparecimento.
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O corpo da corretora foi localizado em uma área de mata, 43 dias após ela ter sido vista pela última vez. O local foi indicado à polícia pelo síndico do prédio onde Daiane morava, Cléber Rosa de Oliveira, que confessou o homicídio. A arma utilizada no crime ainda não foi encontrada.
A Polícia Civil fez reconstituição no condomínio para tentar esclarecer os fatos e buscou vestígios de sangue no prédio e no veículo do investigado. O celular da vítima foi achado na tubulação de esgoto da garagem, e não houve movimentações bancárias após o dia do desaparecimento.
Daiane tinha histórico de conflitos com o síndico, contra quem moveu diversos processos judiciais. Cléber e o filho dele continuam presos, suspeitos de envolvimento no assassinato.
*Com informações do Metrópoles