ESPORTE ADAPTADO

Aluna agradece ao Peama pela diversidade, inclusão e respeito

Por Redação | Prefeitura de Jundiaí
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Divulgação / Prefeitura de Jundiaí
Janaína é aluna do Peama desde 2019, pratica natação, musculação e esportes náuticos, e diz que no programa se reencontrou
Janaína é aluna do Peama desde 2019, pratica natação, musculação e esportes náuticos, e diz que no programa se reencontrou

As aulas do Programa de Esportes e Atividades Motoras Adaptadas (Peama), da Prefeitura de Jundiaí, criam um ambiente de acolhimento aos alunos. O amor ao esporte é compartilhado com os familiares e professores, como é o caso da administradora de empresas Janaína Simone Franz, de 41 anos. Ela mora na cidade desde que tinha nove anos e pratica natação, musculação e atividades náuticas (aulas de caiaque no Parque da Cidade). “O Peama valoriza a diversidade, inclusão e respeito. Fazer esporte me dá uma paz interior maior e um convívio incrível com as pessoas”, disse Janaína.

Nascida em Itapiranga-SC, ela tinha 21 anos quando descobriu que era portadora da Ataxia de Friedreich (AF), doença genética, hereditária e neurodegenerativa rara que causa danos progressivos ao sistema nervoso, cerebelo e medula espinhal. Em 2019, começou a frequentar as aulas do programa da Prefeitura de Jundiaí. “O principal benefício da natação para mim é a disciplina. Os outros esportes me completam como atividades que me dão mais qualidade de vida. Aqui todos têm um olhar de acolhimento, de carinho, não de dó. Nas aulas, sou movida por tudo isso e pelo incentivo de que eu sou capaz de fazer o que faço.”

Competições e independência

Thais Saito, treinadora do Time Jundiaí de Natação, lembra que, quando Janaína começou, não ficava sozinha na piscina. “Eu tinha que entrar na água com ela, para lhe dar mais segurança. A aluna foi se desenvolvendo e vi que ela poderia participar de algumas competições”, contou.

Ainda segundo a treinadora, foi muito bom perceber que Janaína passou a se sociabilizar com os outros alunos, competir e conversar com atletas de outras cidades nos eventos. “Isso melhorou sua autoestima. Nas aulas do Peama, também trabalhamos o complemento da musculação que ela precisa. A Janaína ganhou mais força e controle de tronco, o que a ajudou não só na prática esportiva mas no dia a dia, se tornando mais independente”, encerrou Thais.

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