21 de outubro de 2026
VIOLÊNCIA

Professora diz ter sido agredida na frente de alunos em Franca

Por Pedro Dartibale | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Sampi/Franca
Arquivo/GCN
Delegacia de Defesa da Mulher de Franca, onde o caso foi registrado

A professora da rede municipal de Franca que denunciou ter sido agredida pela mãe de um aluno na Emeb “Professora Luzinete Cortez Balieiro”, no Jardim Palestina, na região Leste da cidade, afirmou que o episódio ocorreu durante a saída das aulas, na presença de crianças. Em nota divulgada pela defesa da vítima nesta quarta-feira, 21, ela repudiou a violência e pediu a responsabilização da autora.

O caso foi noticiado anteriormente pelo Portal GCN/Sampi. Após a ocorrência, a Secretaria Municipal de Educação acionou a GCM (Guarda Civil Municipal), que reforçou a segurança na unidade escolar. A professora também foi acompanhada até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), onde foi registrado um boletim de ocorrência.

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Professora pede apuração rigorosa

Na nota, a vítima afirmou que a violência contra profissionais da educação é inadmissível e não pode ser naturalizada ou tratada como parte da rotina escolar.

A professora informou que, neste momento, sua prioridade é cuidar da saúde física e emocional e preservar a tranquilidade. Por esse motivo, não concederá entrevistas nem fará outras declarações públicas.

A vítima declarou confiar nas providências adotadas pela direção da escola e pela Secretaria Municipal de Educação, além da atuação da Polícia Civil e do Ministério Público, para que os fatos sejam rigorosamente apurados e a responsável seja punida na forma da lei.

A professora espera que a resposta das autoridades contribua para que os profissionais da educação de Franca possam exercer a profissão com segurança e dignidade, sem ameaças ou violência.

Ela ressaltou que a nota divulgada nesta quarta-feira é sua única manifestação pública sobre o caso.

Segurança reforçada na escola

Após tomar conhecimento da ocorrência, a Secretaria Municipal de Educação enviou um técnico à unidade para acompanhar a situação e prestar suporte à equipe.

A GCM também acompanhou a entrada e a saída de alunos e servidores. A previsão era manter o reforço na segurança ao longo da semana.

As circunstâncias da agressão e a motivação do episódio ainda não foram detalhadas publicamente. A identidade da mulher apontada como autora também não foi confirmada.