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RMC tem sete cidades com risco de desastre ambiental

Governo federal mapeou 1.942 municípios suscetíveis a desastres associados a deslizamentos de terras, alagamentos, enxurradas ou inundação.

Por Andréia Marques | 25/05/2024 | Tempo de leitura: 1 min
Especial para a Sampi

PMMC

Campinas faz parte dos municípios suscetíveis a desastres associados a deslizamentos, alagamentos, enxurradas e inundações
Campinas faz parte dos municípios suscetíveis a desastres associados a deslizamentos, alagamentos, enxurradas e inundações

O governo federal mapeou 1.942 municípios brasileiros suscetíveis a desastres associados a deslizamentos de terras, alagamentos, enxurradas e inundações. De acordo com o levantamento, sete deles integram a Região Metropolitana de Campinas (RMC).

São eles: Campinas, Holambra, Hortolândia, Monte Mor, Santa Bárbara d’Oeste, Sumaré e Valinhos.

À medida em que a ação humana continua a impactar o meio ambiente, as mudanças climáticas se intensificam, resultando em um aumento global de desastres ambientais e climáticos, como evidenciado no Rio Grande do Sul.

“O aumento na frequência e na intensidade dos eventos extremos de chuvas vêm criando um cenário desafiador para todos os países, em especial para aqueles em desenvolvimento e de grande extensão territorial, como o Brasil”, diz o estudo do governo federal.

A lista dos 1.942 municípios mais suscetíveis a ocorrências de deslizamentos, enxurradas e inundações leva em conta uma base de dados coletados entre os anos de 1991 e 2022.

As áreas dentro dessas 1,9 mil cidades consideradas em risco concentram mais de 8,9 milhões de brasileiros, o que representa 6% da população nacional.

Com os novos dados, sistematizados até 2022, os estados com a maior proporção da população em áreas de risco são Bahia (17,3%), Espírito Santo (13,8%), Pernambuco (11,6%), Minas Gerais (10,6%) e Acre (9,7%).

Já a população mais protegida contra desastres estão no Distrito Federal (0,1%); Goiás (0,2%), Mato Grosso (0,3%) e Paraná (1%).

O estudo foi coordenado pela Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento, ligada à Casa Civil da Presidência da República. O levantamento foi solicitado pelo governo em razão das obras previstas para o Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que prevê investimentos em infraestrutura em todo o país.

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