*Atualizado em 09/10/2023, às 14h50*
Quem vive em Campinas já sabe que quase sempre que chove existem na cidade alguns locais com grandes chances de haver alagamentos, enchentes e trechos com correntezas. Independentemente de haver projetos ou obras -que, seguno a administração municipal estão sendo pensados e executados-, enquanto o problema não é resolvido, o melhor a se fazer é evitar tais regiões em dias de chuva.
Desde a última quinta-feira, 5, fortes chuvas têm atingido a cidade e causado diversos transtornos. A previsão estima que mais precipitações podem ocorrer nas próximas horas. Nesse contexto, a Sampi Campinas fez um levantamento dos locais que tradicionalmente costumam alagar na cidade, incluindo alguns pontos que já chegaram a passar por intervenções da prefeitura, mas que não foram suficientes -como a as avenidas Norte-Sul e Princesa d'Oeste, que já causaram a morte de três pessoas em 22 anos em razão das chuvas.
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Pontos de alagamento onde o nível da água fica alto
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Avenida Princesa d'Oeste, desde o balão da avenida Antônio Carlos Sales Junior até o viaduto Laurão.
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Avenida Norte-Sul, em dois trechos: da rua Gustavo Ambrust até a avenida Coronel Silva Telles (quando a chuva é de média intensidade), e da Coronel Silva Telles até a rua Mogi Guaçu (quando a intensidade é maior).
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Rua Delfino Cintra, desde a avenida Andrade Neves até a avenida Orosimbo Maia.
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Avenida Orosimbo Maia, em dois trechos: da rua Delfino Cintra até a avenida Brasil (com chuvas de média intensidade), e da Brasil até a Paula Bueno (a água sobe e baixa rapidamente).
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Avenida das Amoreiras, na altura da rua Dr. Alves do Banho até a rua Dr. Cassiano Gonzaga, no São Bernardo. Mesmo com as obras do BRT, se a chuva é muito forte, o trecho alaga.
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Balão do Curtume, na Vila Industrial. O trecho está interditado para o trânsito para obras que devem resolver o problema, mas, nas chuvas de dezembro, o balão também alagou na altura da avenida Dr. Carlos de Campos.
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Balão do Kartódromo, na Lagoa do Taquaral. A avenida Dr. Heitor Penteado enche e fica intransitável. Problema crônico nunca resolvido.
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Avenida Mario Garnero, ligação entre o centro de Sousas e o condomínio San Conrado.
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Avenida Marechal Rondon, em frente à portaria da Pedreira do Chapadão.
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Praça Beira Rio, em Sousas. O alagamento nesse ponto só acontece quando o rio Atibaia enche.
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Rua João Caboclo da Silva, via de ligação entre o Ouro Verde e Campo Grande, na altura do rio Capivari.
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Cruzamento da avenida Luiz Smânio com Theodureto de Almeida Camargo, no Taquaral.
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Avenida Dr. Eduardo Pereira de Almeida, entre a rodovia Professor Zeferino Vaz e a praça Ângelo Signori, em Barão Geraldo.
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Avenida Santa Izabel, próximo ao acesso à rodovia Professor Zeferino Vaz.
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Balão da Rua Agenor Topinel com a avenida Padre Manoel da Nóbrega e rua Vicente Belocchio, no Jardim Garcia.
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Avenida Lix da Cunha, na altura da Parada Alberto Sarmento, nos dois sentidos.
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Rua Emília Ceregatti Albieri, até a avenida Ruy Rodrigues, no Jardim Morumbi.
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Avenida John Boyd Dunlop, embaixo da rodovia Anhanguera. Mesmo com a obra do BRT, a situação continua a mesma de antes.
Pontos onde se formam correntezas