PROTEÇÃO

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Parceria vai levar psicólogo e assistente social à DDM de Rio Preto

Parceria vai levar psicólogo e assistente social à DDM de Rio Preto

Neste espaço, uma assistente social e uma psicóloga vão agilizar o atendimento e apoio às vítimas de violência doméstica da cidade

Neste espaço, uma assistente social e uma psicóloga vão agilizar o atendimento e apoio às vítimas de violência doméstica da cidade

Por Marco Antonio dos Santos | 15/05/2023 | Tempo de leitura: 2 min
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Por Marco Antonio dos Santos
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15/05/2023 - Tempo de leitura: 2 min

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Sala deve ser instalada na DDM, no Alto Rio Preto, para começar a funcionar em junho

A Secretaria da Mulher, de Rio Preto, vai montar uma sala de atendimento na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Neste espaço, uma assistente social e uma psicóloga vão agilizar o atendimento e apoio às vítimas de violência doméstica da cidade, inclusive com possibilidade de abrigamento emergencial daquelas ameaçadas de morte.

A sala será fruto de um convênio entre a Prefeitura de Rio Preto e a Polícia Civil, a ser assinado nos próximos dias. O funcionamento da sala será de segunda a sexta, durante o atendimento da DDM, e deve iniciar no próximo mês. São atendidas uma média de 30 mulheres por dia na delegacia especializada, com sede no bairro Alto do Rio Preto.

“A ideia é colocar uma assistente social e uma psicóloga para receber essas mulheres. Quando assumi o cargo, foi uma das primeiras reivindicações da DDM, mas até então não tínhamos como atender. Como aumentamos a nossa equipe, a verba melhorou, a gente pode fazer isso. Elas estão até contratadas, estão aqui no Cram (Centro de Referência de Atendimento à Mulher). Só aguardamos terminar os trâmites. O prefeito (Edinho Araújo) já autorizou. Já temos uma parceria assim na Vara da Violência Doméstica, com assistente social e psicóloga que trabalham só lá”, explica a secretária da Mulher, Maria Cristina de Godoi Augusto.

De acordo com Maria Cristina, as funcionárias vão manter o padrão do Cram em atendimento das vítimas, com triagem dos casos, para posterior encaminhamento. Além do atendimento assistencial e psicológico, ela será encaminhada para um das sedes do Cram, conforme seu endereço residencial, para que também receba a assessoria jurídica da Prefeitura. Os casos são encaminhados à Vara da Violência Doméstica de Rio Preto.

“Essa equipe vai fazer o primeiro atendimento. Será mais fácil, neste primeiro contato, ouvir os problemas da mulher num momento que ela quer falar. Será possível entender o caso logo após o registro do atendimento. Isso vai ajudar na solução ”, diz a secretária.

Outro benefício de ter uma sala da Secretaria da Mulher na DDM é oferecer às vitimas a centralização de dois órgãos governamentais fundamentais para a proteção.

A secretária teve uma reunião na semana passada com o delegado seccional de Rio Preto, Antonio Honorio Nascimento, para acertar os detalhes técnicos do texto do convênio.

“Acredito que essa sala a ser aberta vai ajudar muito as vítimas. Com melhor atendimento, ajuda no combate à violência doméstica em nossa cidade. A mulher não vai ter apenas o atendimento policial, vai também receber o amparo num momento difícil da vida dela”, diz o seccional.

A coordenadora da DDM, Dalice Aparecida Ceron, comemora a instalação da sala e diz que é um atendimento a uma antiga reivindicação das delegadas. Ela considera que vai cair o número de mulheres que desistem de pedir ajuda. “Sempre após o atendimento, recomendamos a essas mulheres que procurassem o Cram. Inclusive dávamos o endereço da Secretaria da Mulher, mas a minoria ia até lá. Umas não tinham dinheiro para pegar ônibus até a Secretaria, outras desistiam”, diz a delegada.

A Secretaria da Mulher, de Rio Preto, vai montar uma sala de atendimento na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Neste espaço, uma assistente social e uma psicóloga vão agilizar o atendimento e apoio às vítimas de violência doméstica da cidade, inclusive com possibilidade de abrigamento emergencial daquelas ameaçadas de morte.

A sala será fruto de um convênio entre a Prefeitura de Rio Preto e a Polícia Civil, a ser assinado nos próximos dias. O funcionamento da sala será de segunda a sexta, durante o atendimento da DDM, e deve iniciar no próximo mês. São atendidas uma média de 30 mulheres por dia na delegacia especializada, com sede no bairro Alto do Rio Preto.

“A ideia é colocar uma assistente social e uma psicóloga para receber essas mulheres. Quando assumi o cargo, foi uma das primeiras reivindicações da DDM, mas até então não tínhamos como atender. Como aumentamos a nossa equipe, a verba melhorou, a gente pode fazer isso. Elas estão até contratadas, estão aqui no Cram (Centro de Referência de Atendimento à Mulher). Só aguardamos terminar os trâmites. O prefeito (Edinho Araújo) já autorizou. Já temos uma parceria assim na Vara da Violência Doméstica, com assistente social e psicóloga que trabalham só lá”, explica a secretária da Mulher, Maria Cristina de Godoi Augusto.

De acordo com Maria Cristina, as funcionárias vão manter o padrão do Cram em atendimento das vítimas, com triagem dos casos, para posterior encaminhamento. Além do atendimento assistencial e psicológico, ela será encaminhada para um das sedes do Cram, conforme seu endereço residencial, para que também receba a assessoria jurídica da Prefeitura. Os casos são encaminhados à Vara da Violência Doméstica de Rio Preto.

“Essa equipe vai fazer o primeiro atendimento. Será mais fácil, neste primeiro contato, ouvir os problemas da mulher num momento que ela quer falar. Será possível entender o caso logo após o registro do atendimento. Isso vai ajudar na solução ”, diz a secretária.

Outro benefício de ter uma sala da Secretaria da Mulher na DDM é oferecer às vitimas a centralização de dois órgãos governamentais fundamentais para a proteção.

A secretária teve uma reunião na semana passada com o delegado seccional de Rio Preto, Antonio Honorio Nascimento, para acertar os detalhes técnicos do texto do convênio.

“Acredito que essa sala a ser aberta vai ajudar muito as vítimas. Com melhor atendimento, ajuda no combate à violência doméstica em nossa cidade. A mulher não vai ter apenas o atendimento policial, vai também receber o amparo num momento difícil da vida dela”, diz o seccional.

A coordenadora da DDM, Dalice Aparecida Ceron, comemora a instalação da sala e diz que é um atendimento a uma antiga reivindicação das delegadas. Ela considera que vai cair o número de mulheres que desistem de pedir ajuda. “Sempre após o atendimento, recomendamos a essas mulheres que procurassem o Cram. Inclusive dávamos o endereço da Secretaria da Mulher, mas a minoria ia até lá. Umas não tinham dinheiro para pegar ônibus até a Secretaria, outras desistiam”, diz a delegada.

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