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21 de março de 2023

EDUCAÇÃO

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Professores pressionam vereadores a derrubar veto e garantir reajuste da categoria

Professores pressionam vereadores a derrubar veto e garantir reajuste da categoria

Se o veto for derrubado em plenário na próxima terça-feira, 14, governo fica obrigado a pagar o salário corrigido já em abril

Se o veto for derrubado em plenário na próxima terça-feira, 14, governo fica obrigado a pagar o salário corrigido já em abril

Por Maria Elena Covre | 09/03/2023 | Tempo de leitura: 1 min
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Por Maria Elena Covre
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09/03/2023 - Tempo de leitura: 1 min

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Professores fecham avenida Alberto Andaló, em Rio Preto, em protesto para garantia do piso do magistério

O vereador João Paulo Rillo (Psol) protocolou na Câmara de Rio Preto nesta quinta-feira, 9, requerimento de urgência com objetivo de colocar em pauta na sessão da próxima terça-feira, 14, o veto do prefeito Edinho Araújo (MDB) ao reajuste salarial que garante o novo piso nacional de R$ 4,4 mil a todos os professores da rede municipal de ensino.

Caso o veto seja derrubado em plenário pelos parlamentares, o projeto de reajuste do funcionalismo entra em vigor conforme foi originalmente aprovado, ou seja, com a emenda prevendo o reajuste indiscriminado dos educadores. E o governo fica obrigado a pagar o salário corrigido já em abril.

O documento contava até a tarde desta quinta-feira, 9, com quatro assinaturas: a do próprio João Paulo, além de Pedro Roberto (Patriota), Renato Pupo (PSDB) e Júlio Donizete (PSD). Para o requerimento ser apreciado, são necessárias seis adesões, ou seja, faltam duas.

Nesta quinta, um grupo de professores passou por gabinetes de vereadores e até bateu na porta de alguns com o objetivo de conseguir apoio.

Na prática, o requerimento é munição extra na guerra declarada pela Atem (sindicato dos profissionais da educação municipal) contra o governo. Uma greve anunciada foi freada por decisão da Justiça, que concedeu liminar favorável ao município.

Desde que o projeto de reajuste do funcionalismo entrou em debate, a entidade vem conseguindo impor desgaste à gestão Edinho, com manifestações em frente à Prefeitura e informes publicitários em veículos de comunicação.

O vereador João Paulo Rillo (Psol) protocolou na Câmara de Rio Preto nesta quinta-feira, 9, requerimento de urgência com objetivo de colocar em pauta na sessão da próxima terça-feira, 14, o veto do prefeito Edinho Araújo (MDB) ao reajuste salarial que garante o novo piso nacional de R$ 4,4 mil a todos os professores da rede municipal de ensino.

Caso o veto seja derrubado em plenário pelos parlamentares, o projeto de reajuste do funcionalismo entra em vigor conforme foi originalmente aprovado, ou seja, com a emenda prevendo o reajuste indiscriminado dos educadores. E o governo fica obrigado a pagar o salário corrigido já em abril.

O documento contava até a tarde desta quinta-feira, 9, com quatro assinaturas: a do próprio João Paulo, além de Pedro Roberto (Patriota), Renato Pupo (PSDB) e Júlio Donizete (PSD). Para o requerimento ser apreciado, são necessárias seis adesões, ou seja, faltam duas.

Nesta quinta, um grupo de professores passou por gabinetes de vereadores e até bateu na porta de alguns com o objetivo de conseguir apoio.

Na prática, o requerimento é munição extra na guerra declarada pela Atem (sindicato dos profissionais da educação municipal) contra o governo. Uma greve anunciada foi freada por decisão da Justiça, que concedeu liminar favorável ao município.

Desde que o projeto de reajuste do funcionalismo entrou em debate, a entidade vem conseguindo impor desgaste à gestão Edinho, com manifestações em frente à Prefeitura e informes publicitários em veículos de comunicação.

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