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27 de março de 2023

REDES SOCIAIS

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Empresários se tornam 'influencers' da própria marca

Empresários se tornam 'influencers' da própria marca

Empresários vão para a frente da câmera do celular e assumem o papel de divulgar o negócio nas redes sociais, o que só traz ganhos à empresa. É preciso planejamento e autenticidade

Empresários vão para a frente da câmera do celular e assumem o papel de divulgar o negócio nas redes sociais, o que só traz ganhos à empresa. É preciso planejamento e autenticidade

Por Michelle Monte Mor | 04/03/2023 | Tempo de leitura: 3 min
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Por Michelle Monte Mor
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04/03/2023 - Tempo de leitura: 3 min

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Manu: “As pessoas passam a ver a marca com outro olhar, com admiração e carinho”

O Brasil é o terceiro país no mundo em números de usuários do Instagram, com 113 milhões de contas ativas em janeiro de 2023, de acordo com dados da plataforma Statista. Utilizada para aproximar consumidores e marcas, empresários buscam constantemente estratégias para aumentar a visibilidade na rede. E em muitos casos, os proprietários têm atuado como o influenciador da própria marca.

“Isso cria um forte vínculo com os seguidores e permite que eles se identifiquem com a minha empresa de maneira mais significativa. No entanto, equilibrar a atuação como influenciadora, gerenciar e fazer crescer o meu negócio pode ser desafiador, mas o feedback positivo dos seguidores é gratificante”, afirma Emmanuelle Waidemam Ribeiro, a Manu, gerente de marketing da Trama Jeans.

Ela conta que foi durante a pandemia de Covid que decidiu começou a postar conteúdo com o foco de divulgar a marca. “No lockdown me vi com mais tempo para organizar e entender como faria aquilo. Os influenciadores me inspiraram a começar. Eu pensei: se as marcas estavam pagando para outras pessoas falarem sobre ela, por que não eu mesma fazer isso?

Segundo Manu, na rede social, pessoas se conectam com pessoas e estar à frente da própria marca possibilita criar uma comunidade forte e engajada. “As pessoas passam a ver a marca com outro olhar, com admiração e carinho, coisa que dificilmente você iria conseguir de outra forma”, conta Manu, que usa o Instagram para mostrar em primeira mão as novidades e falar sobre lançamentos futuros. “Essa liberdade de fazer a mensagem chegar no meu cliente, sem depender de anúncio ou outra rede, é uma das vantagens”, diz.

Mas apesar de gerar bons resultados, o empresário deve estar ciente de que ser influenciador da própria marca faz parte do trabalho e não deve ser tratado como um “hobby”. É preciso dedicação e organização. “A minha produção é quase diária. Faço gravações mais elaboradas com videomaker uma vez por mês e o restante com o celular. É um trabalho que exige tempo e dedicação e a correria do dia a dia às vezes é tanta que fica difícil conciliar. Por isso, ter planejamento é essencial”.

Para Ligya Aliberti, diretora da Multivias Comunicação, agência especializada em pequenas e médias empresas, todo empreendedor deve usar sua marca pessoal a favor do negócio. “Na prática, já faz isso naturalmente no mundo offline. Afinal, quando cria ou gerencia um negócio, ele coloca ali toda a sua essência, a sua visão de mundo, o seu jeito de ser, e utiliza sua influência para conquistar e fidelizar os primeiros clientes. Já no mundo digital, é comum que a imagem do empreendedor não tenha o mesmo impacto, até porque muitos não priorizam tarefas como a de se posicionar nas redes sociais”, diz.

Aliberti afirma que aqueles que entendem o uso de suas redes sociais como uma tarefa conseguem se alçar a um patamar de destaque nos negócios, mostrando-se como profissionais focados e abertos ao relacionamento. “Isso aumenta o desejo pelo consumo de seus produtos ou pela utilização de seus serviços. Entendo, portanto, que trabalhar sua marca pessoal nas redes sociais é uma questão importante tanto para alinhar o seu “eu offline” com o seu “eu on-line” quanto para potencializar os seus negócios”, explica.???????

O Brasil é o terceiro país no mundo em números de usuários do Instagram, com 113 milhões de contas ativas em janeiro de 2023, de acordo com dados da plataforma Statista. Utilizada para aproximar consumidores e marcas, empresários buscam constantemente estratégias para aumentar a visibilidade na rede. E em muitos casos, os proprietários têm atuado como o influenciador da própria marca.

“Isso cria um forte vínculo com os seguidores e permite que eles se identifiquem com a minha empresa de maneira mais significativa. No entanto, equilibrar a atuação como influenciadora, gerenciar e fazer crescer o meu negócio pode ser desafiador, mas o feedback positivo dos seguidores é gratificante”, afirma Emmanuelle Waidemam Ribeiro, a Manu, gerente de marketing da Trama Jeans.

Ela conta que foi durante a pandemia de Covid que decidiu começou a postar conteúdo com o foco de divulgar a marca. “No lockdown me vi com mais tempo para organizar e entender como faria aquilo. Os influenciadores me inspiraram a começar. Eu pensei: se as marcas estavam pagando para outras pessoas falarem sobre ela, por que não eu mesma fazer isso?

Segundo Manu, na rede social, pessoas se conectam com pessoas e estar à frente da própria marca possibilita criar uma comunidade forte e engajada. “As pessoas passam a ver a marca com outro olhar, com admiração e carinho, coisa que dificilmente você iria conseguir de outra forma”, conta Manu, que usa o Instagram para mostrar em primeira mão as novidades e falar sobre lançamentos futuros. “Essa liberdade de fazer a mensagem chegar no meu cliente, sem depender de anúncio ou outra rede, é uma das vantagens”, diz.

Mas apesar de gerar bons resultados, o empresário deve estar ciente de que ser influenciador da própria marca faz parte do trabalho e não deve ser tratado como um “hobby”. É preciso dedicação e organização. “A minha produção é quase diária. Faço gravações mais elaboradas com videomaker uma vez por mês e o restante com o celular. É um trabalho que exige tempo e dedicação e a correria do dia a dia às vezes é tanta que fica difícil conciliar. Por isso, ter planejamento é essencial”.

Para Ligya Aliberti, diretora da Multivias Comunicação, agência especializada em pequenas e médias empresas, todo empreendedor deve usar sua marca pessoal a favor do negócio. “Na prática, já faz isso naturalmente no mundo offline. Afinal, quando cria ou gerencia um negócio, ele coloca ali toda a sua essência, a sua visão de mundo, o seu jeito de ser, e utiliza sua influência para conquistar e fidelizar os primeiros clientes. Já no mundo digital, é comum que a imagem do empreendedor não tenha o mesmo impacto, até porque muitos não priorizam tarefas como a de se posicionar nas redes sociais”, diz.

Aliberti afirma que aqueles que entendem o uso de suas redes sociais como uma tarefa conseguem se alçar a um patamar de destaque nos negócios, mostrando-se como profissionais focados e abertos ao relacionamento. “Isso aumenta o desejo pelo consumo de seus produtos ou pela utilização de seus serviços. Entendo, portanto, que trabalhar sua marca pessoal nas redes sociais é uma questão importante tanto para alinhar o seu “eu offline” com o seu “eu on-line” quanto para potencializar os seus negócios”, explica.???????

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