Reajuste
Com votação decisiva da base aliada ao prefeito Sérgio Victor (Novo), a Câmara de Taubaté rejeitou nessa terça-feira (17) um requerimento que pedia a realização de uma audiência pública, no dia 29 de abril, para debater o dissídio dos servidores da Prefeitura.
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A favor
Dos 19 vereadores, oito votaram a favor do requerimento: Diego Fonseca (PL), Douglas Carbonne (Solidariedade), Isaac do Carmo (PT), Jessé Silva (Podemos), Moises Pirulito (PL), Nunes Coelho (Republicanos), Talita (PSB) e Vivi da Rádio (Republicanos) - Diego, Carbonne, Isaac e Talita eram os autores do pedido.
Contra
Outros nove vereadores votaram contra o requerimento: Alberto Barreto (PRD), Ariel Katz (PDT), Bilili de Angelis (PP), Boanerge dos Santos (União), Dentinho (PP), Neneca (PDT), Nicola Neto (Novo), Bobi (PRD) e Zelinda Pastora (PRD).
Sem voto
Edson Oliveira (PSD) não estava na sessão. Presidente da Câmara, Richardson da Padaria (União) também não votou.
Indefinição
Para justificar o pedido de audiência, os autores do requerimento afirmaram que, "até o presente momento, a Prefeitura de Taubaté não se manifestou quanto ao dissídio dos servidores para o presente ano, situação que vem causando insegurança e instabilidade no funcionalismo público municipal, afetando diretamente a remuneração e as condições de trabalho dos servidores".
Impacto
"A ausência de definição quanto ao reajuste salarial anual compromete o poder de compra dos servidores públicos, especialmente diante do cenário de inflação acumulada e aumento do custo de vida, impactando diretamente milhares de famílias no município", completaram os vereadores no requerimento.