09 de julho de 2026
PRISÃO

Mãe de menina morta por estrangulamento é presa

Por Roberto Gardinalli | roberto.gardinalli@jpjornal.com.br
| Tempo de leitura: 2 min
Arquivo Pessoal

A mulher de 26 anos, apontada como a principal suspeita pela morte da filha, em Limeira, foi presa no final da tarde de ontem (3). A mulher foi encontrada na casa de uma avó. Segundo as informações da Polícia Civil, ela estaria escondida no local com medo de represálias de moradores do bairro onde moravam. As informações são do portal eLimeira.com.br. O delegado do caso pediu a prisão temporária da investigada.

A vítima foi morta por asfixia mecânica causada por estrangulamento, segundo o laudo do IML (Instituto Médico Legal). A mãe é a principal suspeita da morte da criança. Segundo a investigação, a mulher teria levado a criança já sem vida à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Parque Abílio Pedro, e disse que a criança estava passando mal. Porém, a equipe médica constatou a morte da criança, que já tinha sinais de rigidez cadavérica, o que sugere que ela já estava morta há algumas horas. Além do estrangulamento, a criança apresentava hematomas em várias partes do corpo.

ACUSAÇÃO
A advogada do pai de Sophia afirmou que no dia da morte dela, a mãe teria dado banho na menina já morta. Segundo laudo do IML (Instituto Médico Legal), Sophia teria falecido por volta das 8h. A mãe da criança teria ligado para uma sobrinha por volta das 12h15 para pedir ajuda, dizendo que a menina não estava bem.

Sophia e o irmão dela, de 4 anos, estavam sob custódia da avó paterna até o falecimento dela, que aconteceu aproximadamente 25 dias antes da morte da criança. Após a morte da avó, as crianças foram entregues aos cuidados da mãe, que enfrentava problemas relacionados ao uso de drogas. Tias de Sophia visitaram a residência na quarta-feira (27) e encontraram a criança com ferimentos.
O pai, que trabalhava fora, deixou as crianças em casa na quinta-feira (28). A mãe não levou as crianças para a escola e ligou para a sobrinha do pai alegando que a filha estava doente. A advogada afirma que a suspeita foi vista fazendo compras enquanto o velório ocorria e chegou ao enterro após o término.

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