No seu aniversário de 123 anos, o Jornal de Piracicaba une tradição com inovação. Se consolida como o principal e mais tradicional veículo de comunicação da cidade e é referência na RMP (Região Metropolitana de Piracicaba). O bom e velho impresso cresceu e se desenvolveu e está cada vez mais moderno em sua parte digital: traz muito mais conteúdo a toda hora do dia. O JP nunca foi tão lido em toda sua história.
É pioneiro entre os impressos na implantação da sua versão totalmente digital, que atualmente é distribuída aos assinantes pelo WhatsApp e pelo aplicativo JP Digital. Sua versão digital é publicada com páginas adicionais em comparação à impressa, como bônus aos assinantes. Dados do Google Analytics mostram que o portal sampi.net.br/piracicaba resgitrou um crescimento de 43% em audiência nos últimos três meses.
A presença do JP nas redes sociais também só cresce. São centenas de milhares de seguidores interagindo com postagens diárias de notícias, vídeos, imagens, eventos. O Facebook (facebook.com/jpjornal) e Instagram (@jpjornal), por exemplo, registraram aumento de 108% em alcance e 87% em engajamento nos últimos três meses, segundo a Meta Business Suite. Em tempos de fake news, o Jornal de Piracicaba se consolida não só por ser multiplataformas, mas, essencialmente, pelo dever de oferecer um jornalismo de credibilidade.
“Nunca se teve tanta preocupação com as fake news do que agora. Mais do que um boato, notícias falsas tem um enorme potencial de causar danos. A dificuldade, contudo, está em distinguir o falso do verdadeiro. Uma notícia falsa se espalha nos meios digitais tal qual um vírus altamente contagioso. É nesse momento que pesa nossa responsabilidade enquanto veículo de informação de 123 anos. A entrega da informação com credibilidade é essencial num mundo contaminado por falsos arautos de notícias. Por isso nos empenhamos em entregar só aquilo que podemos confirmar”, diz o diretor responsável pelo JP, Marcelo Batuíra Losso Pedroso.
FAMÍLIA LOSSO
Fundado por Manoel Buarque de Macedo e por Alberto da Cunha Horta, em 4 de agosto de 1900, o Jornal de Piracicaba tinha por objetivo ser independente. A partir de 1939, ganhou um novo capítulo na história com sua aquisição por José Rosário Losso, família que está à frente do matutino até hoje. Ao ser adquirido pela família, foi a menina dos olhos dos irmãos Eugênio Luiz Losso e Fortunato Losso Netto. O primeiro, que era pintor, proporcionou ao jornal uma sólida base administrativa e aparatos técnicos que acompanharam os lançamentos tecnológicos da imprensa. Eugênio faleceu em 1974, deixando o legado ao irmão, Fortunato, que era médico, e imprimiu nas páginas do JP novas ideias e planos que possibilitaram ao diário ultrapassar o século com maestria. Em seus editoriais, crônicas e reportagens, contribuiu com o crescimento de Piracicaba.
Losso Netto faleceu aos 74 anos, em 3 de janeiro de 1985. Até os últimos dias, participou ativamente da produção diária e ininterrupta do JP. Seguindo os passos do pai na condução do Jornal de Piracicaba, Antonietta Rosalina Losso Pedroso deu continuidade ao trabalho até 2011. Faleceu aos 77 anos e, hoje, seu filho Marcelo Batuíra Losso Pedroso representa a quarta geração à frente da empresa. Aos 123 anos, o JP é um patrimônio de Piracicaba e um narrador do desenvolvimento e das mazelas da sociedade.
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