01 de abril de 2026
CULTIVO

O jardim da Dona Maria é cultivado há mais de 60 anos, com diversos tipos de plantas

Por Ronaldo Castilho | ronaldo.castilho@jpjornal.com.br
| Tempo de leitura: 2 min
Alessandro Maschio/JP
Dona Maria é apaixonada por suas plantas

Maria Apparecida Cassella Sornsen, de 84 anos, assinante do Jornal de Piracicaba, há mais de 20 anos, tem um enorme jardim com todos os tipos de plantas dentro no quintal da sua casa. Nascida e criada no bairro Chicó, aprendeu deste cedo a cultivar as plantas e após mudar para área central, continua cultivando um grande número de plantas, que vai desde samambaias, orquídeas, bailarina, avenca, coqueiros, rabos de macacos, e passa para as plantações frutíferas, como pé de jabuticaba, bananeira, pitaia entre outras diversas plantações.

O jardim da Dona Maria como é conhecido por todos os conhecidos, e parentes, tem muita história para ser contada. Segundo a cultivadora, as plantas avencas que gostam de calor e umidade, mas preferem estar à meia sombra, começou a ser cultivada pela mãe de Dona Maria, há mais de cem anos, e nos dias de hoje, Dona Maria continua com a prática e sabe como poucos a cuidar dessa planta em especial, devido aos ensinamentos de sua mãe. “Eu chego a ficar emocionada quando apresento essas plantas Avencas, eu me lembro quando minha mãe me ensinava como cultivar essa planta, por isso, elas tem um lugar especial no meu jardim”, disse. Segundo Dona Maria as plantas avencas são sensíveis e com isso não suportam o vento.

No jardim da Dona Maria, tem também as avencas cor-de-rosa, as bromélias, comigo ninguém pode, coqueiros, urtigão, palmeiras, lírios da paz, avencão que tem mais de vinte anos, renda portuguesa, trepadeiras, além da horta particular, com plantação de couve-manteiga, rúcula, salsinha, salsão. “Eu adoro plantação, é uma história de família, meu pai sempre dizia, quando você tiver sua casa, você terá tudo que quiser, então cada vez que venho nas minhas plantações eu me lembro do meu pai, faz mais de 40 anos que meu pai faleceu, então me lembro demais dele”, explicou.

“As plantas são minha grande paixão, antes eu fazia artesanato, mas agora perdi 70% da minha visão, então todo o meu tempo é cuidar da casa e das minhas plantações, por que o verde para mim é uma força, cuidar da natureza é minha inspiração, além do verde ser a cor da esperança”, finalizou.

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