11 de julho de 2026
HOMOFOBIA

Homem discute com mulher, por não aceitar que a sua enteada tenha caso com outra mulher

Por Da Redação | redacao@jpjornal.com.br
| Tempo de leitura: 2 min
Arquivo/JP
A ocorrência foi atendida pela PM, no Jardim Corcovado

A Polícia Militar foi acionado via Copom (Centro de Operações da Polícia Militar) para atender uma ocorrência de violência doméstica, na tarde sábado (10), no bairro Jardim Corcovado, em Piracicaba. Segundo relatou os militares ao chegarem ao local se depararam com uma mulher de 38 anos, a sua filha de 14 anos e um homem de 48 anos, marido da mulher. A filha disse aos policiais que acionou a ajuda da PM, porque o seu padrasto estava discutindo com sua mãe, porque não aceita o relacionamento da enteada com outra mulher.

Durante a abordagem dos militares, o homem tentou deixar o local, tendo sido informado pelos policiais que deveria aguardar, neste momento o homem partiu para cima de um cabo da PM, o qual precisou contê-lo, imobilizá-lo, e algemá-lo. O homem alegou que não aceita o fato de sua enteada possuir um relacionamento com outra mulher e por este motivo estava discutindo com a enteada e sua mulher. Que decidiu pegar suas coisas e ir embora, momento em que os militares chegaram. Alega que não partiu para cima dos policiais e que só tinha o intuito de deixar o local, que no momento da ação teve algumas escoriações no braço e nas pernas.

A mulher afirma ser amasiada com o homem por quatorze anos. Disse também que nunca sofreu nenhum tipo de violência doméstica, por isso nunca registrou boletim de ocorrência. E que o seu amasio ingeriu bebidas alcoólicas e por isso tiveram uma discussão. Afirma ainda que não foi ameaçada ou vítima de violência doméstica. Disse que a filha chamou a polícia em razão das ofensas por parte de investigados. Da sua parte houve uma discussão normal de casal, sendo que não sabe o motivo de ter sido conduzida até a delegacia.

A filha da mulher e enteada do homem afirma que o seu padrasto discutia com a sua mãe e que em certo momento começou a ofender a sua enteada com ofensas homofóbicas. Afirma que não foi ameaçada, sendo que em certo momento o padrasto tentou lhe agredir mas não conseguiu por intervenção da sua irmã mais velha, a qual esteve presente no plantão. Disse também as policiais que não se machucou e que chamou a polícia mais em razão das ofensas que sofre e medo de que aconteça algo pior.

A autoridade policial de plantão colheu os depoimentos dos envolvidos e encaminhou o inquérito policial para a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher).

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