Funcionários do Poupatempo Municipal de Piracicaba reclamam da estrutura do prédio onde o serviço é oferecido. A precariedade da cozinha e banheiros utilizados pelos servidores deixam as condições insalubres, como definiram funcionários que pediram para ficar no anonimato. Na cozinha, a infiltração de água das chuvas torna as paredes verdadeiras cascatas, enquanto os banheiros têm paredes tomadas pela umidade e mofo. “Se passar por uma fiscalização séria esse prédio é interditado”, afirmou um servidor. A Secretaria de Saúde admitiu a precariedade e acrescentou que o prédio não atende à acessibilidade.
Não é preciso entrar nas dependências reservadas aos funcionários para ter noção da precariedade do prédio localizado na avenida Armando de Salles Oliveira, no centro. A umidade das paredes e parte do telhado da fachada, dá uma ideia dos problemas estruturais da área interna.
Nesta quarta-feira (15), a Secretaria de Saúde informou que tem trabalhado para resolver o problema estrutural no prédio que abriga os serviços do Poupatempo Municipal. Nesse sentido, a pasta já realizou algumas intervenções de manutenção no prédio porém, tem se mobilizado para encontrar um novo espaço e adequado para manter este serviço em área central da cidade.
A secretaria explicou que, a partir dessa mudança, pretende agregar os serviços prestados pelo SAC (Serviço de Avaliação e Controle) que atualmente atende no Postão, atrás do Mercado Municipal, como forma de otimizar o atendimento ao cidadão, já que o paciente precisa, por exemplo, retirar guia de exame/atendimento em um serviço e protocolar junto ao outro; deixando os serviços no mesmo espaço, o tempo de atendimento será bem menor.
A pasta reforça que vem encontrando dificuldades para conseguir um espaço adequado e que atenda todas as necessidades dos serviços prestados, mas mantém equipe técnica avaliando as sugestões de prédios que estão disponíveis.
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