09 de julho de 2026
SÉRIE A2

XV tem oito jogos para buscar G8; e começa com dois duelos fora de casa

Por Erivan Monteiro | erivan.monteiro@jpjornal.com.br
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Divulgação
Após quatro rodadas, o XV segue sem vencer em casa no Paulistão da Série A2

A derrota em casa para o Grêmio Novorizontino por 1 a 0, no último sábado (4) azedou de vez a situação da equipe na tabela de classificação do Paulistão da Série A2. A equipe segue com sete pontos em sete partidas (apenas 33% de aproveitamento), ficou mais distante do G8 e vê a zona de rebaixamento mais próxima. 

Para piorar, o Alvinegro terá de sair de Piracicaba nas próximas duas rodadas: nesta quarta-feira (8), vai a Barueri encarar o Oeste, às 19h; depois pega o Linense, em Lins, no sábado (11), às 18h. Partidas que precisa necessariamente somar pontos para seguir com chances de classificação ao “mata-mata” da Série A2.

Sem vencer em casa no Paulistão da Série A2 após quatro partidas, o técnico Cléber Gaúcho entende que, neste momento, o time alvinegro está jogando melhor longe do estádio Barão da Serra Negra e acredita que a equipe possa dar uma resposta à torcida já a partir do duelo em Barueri, nesta quarta-feira.

“Em jogo fora, a nossa equipe está conseguindo ter o melhor desempenho com relação a performance. Aqui em casa, muitas vezes o time fica acossado pela torcida, que com razão reclama pelo resultado que não vem acontecendo”, declarou o técnico após o revés para o Novorizontino.

Além dessas duas partidas longe do Barão, o Nhô Quim ainda terá na primeira fase os seguintes confrontos: XV de Piracicaba x Lemense (15 de fevereiro); Rio Claro x XV de Piracicaba (18 de fevereiro); XV de Piracicaba x Monte Azul (25 de fevereiro); XV de Piracicaba x Comercial (1 de março); Portuguesa Santista x XV de Piracicaba (5 de março) e XV de Piracicaba x Velo Clube (11 de março).

RIVAL

A Ponte terá que adiar os planos de fechar novas contrastações para a sequência da A2 por conta de uma dívida de quase R$ 2 milhões, que gerou uma punição ao clube. Com o “transfer ban”, o time de Campinas está proibido de registrar novos jogadores.

O valor devido é a soma duas ações movidas contra o clube. Uma pelo técnico Eduardo Baptista (R$ 1,7 milhão) e outra pelo zagueiro Nathan (R$ 300 mil). O clube ainda pode sofrer outra punição. A diretoria possui ainda uma dívida de R$ 300 mil com o treinador Marcelo Chamusca.