A Câmara Municipal questionou o Executivo sobre o serviço de varrição de rua em Piracicaba. Segundo autor do requerimento, Pedro Kawai (PSDB), o Legislativo aprovou um acréscimo de R$ 50 milhões para o custeio do serviço por meio de um projeto de Lei encaminhado pela Prefeitura. “Quero esclarecimentos da prefeitura sobre a diferença que haverá nos serviços de varrição, depois da aprovação dos R$ 50 milhões”, disse Kawai.
Conversei com algumas varredoras, e a informação que tenho é que não tem sacos de lixo para armazenar o material varrido das ruas, diante disso, precisamos de informações a esse respeito, já que aprovamos o acréscimo de valores no orçamento da Sedema (Secretaria Municipal do Meio Ambiente), e não tem sequer sacos de lixo”, argumentou a vereadora Rai Almeida (PT).
A Prefeitura de Piracicaba respondeu que em 2022, houve aumento nas áreas atendidas, mas que estão se adaptando a realidade orçamentária. A empresa conta com 169 funcionários executando o serviço de varrição.
A reportagem do JP foi às ruas para conversar com algumas varredoras que disseram que há 20 dias estava faltando sacos de lixos e que, diante disso, elas não estavam trabalhando, mas que agora está solucionado. As varredoras não quiseram se identificar.
A presidente do Siemaco (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Prestadoras de Serviços de Asseio, Conversação, Limpeza Urbana, Manutenção de Áreas Verdes e Controle de Pragas de Piracicaba e Região), Renata Aguiar Souza disse que a Piracicaba Ambiental é a empresa que presta serviços de varrição de ruas em Piracicaba. “A Piracicaba Ambiental além de prestar serviços de varrição de rua, executa outros serviços de limpeza urbana em Piracicaba, acompanhamos e pudemos constatar que no início de novembro houve falha na varrição de ruas, mas nos foi informado pela empresa que, pontualmente tratava-se da troca de fornecedores de material. O problema foi solucionado e a varrição retornou após alguns dias, ao seu trabalho normal”, explicou