10 de julho de 2026
ESTRADAS

42% das vítimas de acidentes fatais não usavam cinto de segurança

Por | Da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação
Uso correto do cinto de segurança pode salvar vidas

O uso correto do cinto de segurança pode salvar vidas. Apesar da eficiência comprovada e da obrigatoriedade por lei, levantamento da Arteris Intervias aponta que 42% das vítimas de acidentes fatais registrados neste ano, nos 380,3 km de rodovias administradas pela concessionária, estavam sem cinto. A Intervias é a concessionária que administra trecho que liga Piracicaba a Limeira.

Os dados levam em consideração apenas ocorrências envolvendo veículos e caminhões, já que motociclistas, ciclistas e pedestres não se enquadram nessas estatísticas.

“Esse é um número muito triste e preocupante para nós. O uso de cinto de segurança é fundamental para evitar lesões e salvar vidas. Fazemos um trabalho constante de educação ao longo do ano para conscientizar os usuários sobre o respeito a essa e outras regras de trânsito e precisamos da colaboração de todos para preservarmos vidas nas rodovias”, comentou o diretor superintendente da Arteris Intervias, Helvécio Tamm de Lima Filho.

Infração considerada grave e multa

A Arteris Intervias realiza também monitoramentos constantes sobre a utilização do cinto de segurança pelos usuários das suas rodovias.

O último levantamento feito entre 7 e 23 de outubro, nas 9 praças de pedágio do trecho sob concessão, apontou que 30% dos passageiros que viajavam no banco traseiro não estavam de cinto, apesar dele ser obrigatório a todos os ocupantes do veículo.

Ao todo, 5.586 usuários foram abordados durante a pesquisa, cujos dados são compartilhados com a ARTESP.

O descumprimento da lei gera multa e infração considerada grave pelo Código de Trânsito Brasileiro, com perda de cinco pontos na CNH.