O STJ(Superior Tribunal de Justiça), decidiu extinguir o processo que foi movido contra o Guru vidente espiritual Ananda Joy,com a alegação de prescrição, uma vez que no entendimento das autoridades, o prazo para representação contra ele deveria ter sido feito na época em que foi acusado de estupro de vulnerável com mais de dez mulheres.
Segundo a assessoria de comunicação do STJ, no ato da sentença, as autoridades consideraram que o prazo para avisá-lo dentro da lei já estava prescrito há muito tempo, ou seja, a representação era prevista para ser feita e protocolada na justiça através dos advogados das dez mulheres que se dizem vítimas, em um prazo de seis meses entre os anos de 2009 a 2014, quando segundo elas, foram abusadas sexualmente e estupradas pelo Guru, durante sessões mediúnicas no Instituto Ananda Joy, providências e procedimentos que com os quais, seus advogados não seguiram a lei em relação ao prazo conforme o previsto.
Dez mulheres acusam o Vidente de tê-las estuprado e delas abusado sexualmente de várias formas durante as sessões que elas frequentaram entre 2009 a 2014.
A sentença pela extinção sob alegação de prescrição causou grande revolta entre elas, que agora irão recorrer ao STF(Superior Tribunal Federal) .Segundo o Ministro Ribeiro Dantas, o recurso é permitido, uma vez que a Lei concede essa brecha, mas poderá se arrastar por muitos anos, afirmou.