09 de julho de 2026

Sobe para 14 o número de doentes com varíola dos macacos em Piracicaba

Por Laís Seguin |
| Tempo de leitura: 2 min

Secretaria de Saúde informou que dois homens com idades entre 25 e 39 são os novos infectados em Piracicaba

O Departamento de Vigilância Epidemiológica de Piracicaba confirmou nesta segunda-feira (26), mais dois casos de varíola do macaco. Segundo a Secretaria de Saúde, os pacientes são homens, com idades entre 25 e 39 anos. Com esses diagnósticos a cidade registra total de 14 casos da doença, desde o dia 1º de agosto. Entre os infectados está sendo um bebê de um ano de idade do sexo feminino. Os outros pacientes são uma mulher de 28 anos, e 12 homens com idades entre 23 e 39 anos, que estão sendo acompanhados pela Vigilância Epidemiológica e Unidades de Saúde da Atenção Básica.

Há um mês, a Saúde disponibilizou um Centro de Atendimento e Testagem para Monkeypox no Crab (Centro de Referência da Atenção Básica) Vila Cristina. O objetivo, segundo a pasta, é fazer o diagnóstico precoce da doença e o bloqueio da cadeia de transmissão do vírus na cidade por meio do acolhimento, atendimento, notificação, testagem e, principalmente, avaliação médica. O funcionamento será em horário especial e diferenciado da rotina, das 17h às 20h30, de segunda a sexta-feira, exceto feriados.

CUIDADOS
Para se prevenir da monkeypox é necessário tomar cuidados como evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele; reduzir o número de parcerias sexuais nesse momento; evitar beijar, abraçar ou fazer sexo com alguém com a doença; fazer a higienização das mãos com água e sabão e uso de álcool em gel; não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais; fazer o uso de máscaras, protegendo contra gotículas e saliva, entre casos confirmados e contactantes.

O principal sintoma é o surgimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem aparecer em qualquer parte do corpo – rosto, dentro da boca, região genital, ânus, mãos, pés, pernas braços, pernas, tronco. Além disso, as pessoas podem apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, “ínguas” (linfonodos aumentados), calafrios, cansaço e dores musculares.

O período de incubação do vírus é tipicamente de 6 a 16 dias, mas varia de 5 a 21 dias. O período de transmissibilidade ocorre a partir do início dos sintomas até o desaparecimento das lesões (feridas).

Beto Silva
beto.silva@jpjornal.com.br

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