Eles se queixam de descaso por parte da Sedema em não se preocupar com a manutenção da área
Moradores do bairro Santa Rita reclamam de descaso da Sedema (Secretaria de Defesa do Meio Ambiente) em relação à lagoa existente no local. Usada como área de lazer pela população, o reservatório natural – segundo os moradores – não tem atenção devida do Poder Público. Com o número de visitantes que usam a área verde para piqueniques e pesca, o local sofre com acúmulo de lixo no entorno da lagoa. A falta de lixeiras e de placas orientativas e de alerta para manutenção da limpeza é a principal queixa dos moradores.
A empresária Luciana Kouri disse que no domingo (11) constatou uma grande quantidade de detritos ao longo da orla da lagoa. “A gente sempre anda em torno da lagoa, adoramos aquele lugar, mas havia muito lixo no entorno e o que a gente percebe ali é que, além do lixo, não tem uma lixeira. Uma pessoa que eu não conheço, fez uma lixeira ao lado da lagoa, mas do restante onde o pessoal vai pescar, não tem o equipamento , não tem aviso, está bem feio o negócio”, informou.
O engenheiro civil Lucas Vieira Puga é a pessoa citada pela empresária, que instalou uma lixeira na represa. Morador do bairro, ele disse que contou com a ajuda de alguns moradores para cavar os buracos e fixar o coletor de lixo, mas afirmou que a ideia de construir e instalar partiu dele. Outras duas lixeiras vão ser instaladas, segundo Puga.
Para produzir as lixeiras, ele disse que usou material reciclável. “A lixeira ajudou mas não resolveu o problema”, avaliou acrescentando que é preciso instalar outras lixeiras.
“O pessoal tem utilizado ela e a coleta pública tem feito a retirada dos lixos. Melhorou mas não resolveu”, afirmou acrescentando que serão colocadas mais duas lixeiras e placas de alerta para não jogar lixo no local.
A prefeitura foi questionada sobre ações na lagoa do Santa Rita, mas até o fechamento desta matéria não houve retorno.
Beto Silva
beto.silva@jpjornal.com.br
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