10 de julho de 2026

Polícia Civil deflagra em Piracicaba e região operação de combate ao abuso infantil

Por Rafael Fioravanti |
| Tempo de leitura: 2 min

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira (31), em Piracicaba e região, a Operação Anjo da Guarda. O objetivo da operação é combater crimes relacionados a abuso infantil.

De acordo com informações fornecidas pela própria Polícia Civil, a operação contou com um efetivo de 16 policiais e quatro viaturas. Foram cumpridos mandados de busca nas cidades de Piracicaba, Sumaré, Campinas e São João da Boa Vista.

Durante uma investigação realizada pela UIP 9 (Unidade de Inteligência Policial do Deinter-9), a Polícia Civil identificou quatro suspeitos de estarem praticando compartilhamento de material com conteúdo de abuso infantil. Por conta disso, foi representado junto ao Poder Judiciário para a expedição de mandados de busca e apreensão.

Com o mandado deferido, foi realizada, na manhã desta quinta-feira (31), a Operação Anjo da Guarda. Diversas equipes se deslocaram para as cidades de Piracicaba, Sumaré, São João da Boa Vista e Campinas para dar cumprimento aos mandados de busca, o que resultou em dois autos de prisão em flagrante, sendo os locais de prisão as cidades de Sumaré e São João da Boa Vista. Nas demais cidades, os suspeitos foram conduzidos a sede do Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais), onde prestaram depoimento. Na sequência, eles foram liberados, uma vez que admitiram terem feito o download desse conteúdo, mas que já teriam apagado tudo do computador. Essa conduta será averiguada em sede de inquérito policial.

Quanto às duas prisões em flagrante, elas foram enquadradas nos artigos 241-B do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), que rege sobre adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.

Durante a operação, também foram apreendidos computadores, HD externo, pen drives, roteadores e celulares.

A delegada responsável pela operação foi Juliana Pereira Ricci.

Rafael Fioravanti | rafael.fioravanti@jpjornal.com.br

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