10 de julho de 2026

Grupo participativo que discute ações de combate contra covid-19 e surto de gripe é retomado na cidade

Por Laís Seguin |
| Tempo de leitura: 2 min

Prefeito citou a quantidade de profissionais contaminados

Representantes da Santa Casa de Piracicaba, Hospital dos Fornecedores de Cana, Unimed Piracicaba, DRS-10 (Departamento Regional de Saúde), Centro de Vigilância em Saúde Municipal e a coordenação das unidades de Urgência e Emergência do SUS Piracicaba, se reuniram de forma on-line com os responsáveis pela Secretaria de Saúde para marcar a remorada do grupo de ações contra covid-19 e, agora também, contra o surto de gripe que atinge Piracicaba.

Na oportunidade, os envolvidos se mostraram preocupados com a repentina mudança dos casos confirmados de covid-19 na cidade junto a um surto de Influenza que acomete a maior parte dos municípios brasileiros, e suas ações imediatas para tentar atender toda a demanda necessária. “É importante termos um panorama sobre esta situação para ter uma ideia de como agir
neste momento. Todos nós, público e privado, enfrentamos os mesmos problemas, entre eles, o número de profissionais da saúde que estão se contaminando e a dificuldade na reposição destes profissionais que acabam sendo afastados para cuidar de sua saúde”, salientou o prefeito Luciano Almeida (DEM).

Neste domingo (9), Piracicaba atingiu a marca de 1.400 mortos por covid-19 e 72 mil infectados pelo novo coronavírus, desde o início da pandemia. De acordo com a Secretaria de Saúde, uma mulher de 73 anos morreu ontem vítima da doença. Nesta segunda-feira (10), a pasta registrou, em um dia, 361 novos casos.

Com os diagnósticos, a cidade contabiliza, até o momento, 72.009 casos positivos, além de 231 suspeitos, 117.328 descartados, 68.731 pacientes recuperados e outros 1.878 em tratamento.

Nesta segunda-feira, a Secretaria de Saúde de Piracicaba também registrou aumento nas taxas de ocupação de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e enfermarias destinadas ao tratamento de pacientes com covid-19. Os leitos intensivos estavam ocupados em 50% e as enfermarias estavam ocupadas em 90%, enquanto no setor privado, a UTI estava em 10% e as enfermarias com
25% de ocupação.

Beto Silva
beto.silva@jpjornal.com.br

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