08 de julho de 2026

Em uma semana, cidade registra quase o dobro de casos de covid-19

Por edicao_jp |
| Tempo de leitura: 2 min

Piracicaba está há dois dias consecutivos com aumentos de casos positivados de covid-19. Ontem, segundo o boletim da SMS (Secretaria Municipal da Saúde), foram registrados 61 novos casos, ante 58 de segunda-feira (9), enquanto foram 48 no domingo (8). O número desta terça-feira é quase o dobro de positivados divulgados há sete dias, quando a cidade apresentou 35 casos – a média de toda a semana passada.

Dos 61 novos casos de Piracicaba, segundo a pasta municipal, a covid-19 foi identificada em 25 pacientes homens, com idades entre 02 e 71 anos, e também em 36 mulheres, que têm entre 19 e 84 anos.

Nenhum óbito pela doença do novo coronavírus foi registrada nesta terça-feira na cidade, diferente de segunda, quando a SMS divulgou a morte de um homem de 74 anos, decorrente do vírus. No total, são 371 óbitos em Piracicaba.

Agora, Piracicaba atinge 17.510 casos confirmados da covid-19 desde o início da pandemia, no início de 2020. Os últimos 500 casos foram registrados em menos de duas semanas. Foi no dia 30 de outubro que a cidade ultrapassou a marca dos 17 mil casos, quando 41 novos casos levaram o município à marca de 17.040 positivados. Naquele dia, os óbitos eram 367 óbitos, ou seja, quatro pessoas morreram devido ao vírus desde então.

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Atualmente, ainda de acordo com o boletim da pasta, as unidades de saúde mantém 715 pessoas em observação, suspeitos de terem contraído o vírus, além de 475 pessoas ainda em tratamento. Já são

38.008 casos descartados e 16.664 casos recuperados.

Custo covid-19

Os custos totais do governo federal totalizaram R$ 1,73 trilhão e aumentaram 70% no primeiro semestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano passado por causa da pandemia da covid-19, divulgou ontem o Tesouro Nacional. O indicador mede os gastos dos Três Poderes da União e do Ministério Público Federal com mão de obra, funcionamento, insumos, gastos financeiros, desvalorização de patrimônio e repartição de receitas com estados, municípios e organizações da sociedade.

Os principais componentes que elevaram os custos foram o auxílio emergencial, que fez o item gastos financeiros crescer 79% nos seis primeiros meses de 2020, e as compras de equipamentos para enfrentar a pandemia, que elevou os custos de funcionamento do Ministério da Saúde em 55%, de R$ 8,22 bilhões para R$ 12,73 bilhões.

Erick Tedesco