10 de julho de 2026

Cidade não tem mortes por covid-19 nas últimas 48h

Por edicao_jp |
| Tempo de leitura: 2 min

Pela segunda vez na semana Piracicaba não registrou mortes por covid-19 nas últimas 48 horas. De acordo com a Secretaria de Saúde do município, há dois dias o numero de óbitos na cidade se mantém em 364. A semana fecha com 16.705 infectados, somados os 61 diagnósticos de ontem.


Piracicaba conta ainda com 15.624 pessoas recuperadas da doença, 717 pessoas em tratamento,913 casos suspeitos e 33.484 casos descartados.

CORONAVAC

O Governo do Estado de São Paulo confirmou ontem a criação de seis novos centros de pesquisa científica para testagem e desenvolvimento da CoronaVac, que está em fase final dos estudos clínicos de segurança e eficácia contra o coronavírus.

“A vacina, que é o tema do momento, é a proteção à vida e um direito de todos os brasileiros. No caso da pandemia, a vacina é o único caminho para a retomada total da economia, do ensino presencial, de eventos de grande público, do turismo e da volta à normalidade”, afirmou o governador João Doria (PSDB) nesta sexta-feira.


Os novos centros serão supervisionados por especialistas do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Os estudos serão executados em quatro hospitais da periferia da capital, onde a taxa de contaminação tem se mostrado maior do que nos bairros centrais. Outros dois ficarão na região do ABC, que já tem a Universidade Municipal de São Caetano do Sul como local de testagem.


O objetivo do Governo de São Paulo é ampliar e aumentar o número de profissionais de saúde que atuam como voluntários na pesquisa da CoronaVac. Até agora, 9.039 pessoas participam dos estudos clínicos em sete estados.

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VOLUNTÁRIOS
Com os novos centros, os estudos clínicos serão ampliados para 13 mil voluntários em 22 locais de pesquisa. Nesta fase final da pesquisa, metade dos participantes recebe a dose da CoronaVac, enquanto os demais são inoculados com placebo.


Para determinar a eficácia da CoronaVac, é preciso que ao menos 61 participantes aplicados com a substância sejam contaminados pelo coronavírus. A partir desta amostragem, haverá a comparação com o total dos que receberam a vacina e, eventualmente, também tenham diagnóstico positivo de covid-19.


Se o imunizante atingir os índices necessários de eficácia e segurança, poderá ser submetido à avaliação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para registro e posterior uso em campanhas de imunização contra o coronavírus.

A CoronaVac é uma das mais promissoras candidatas a vacina contra o coronavírus e está sendo desenvolvida no Brasil desde julho, em parceria internacional do Instituto Butantan com a biofarmacêutica Sinovac Life Science. O Butantan já tem acordo para transferência de tecnologia e aquisição de 46 milhões de doses do imunizante.

Beto Silva

beto.silva@jpjornal.com.br