Moradores da Travessa Adelino Gomes Dantas, no Unileste, ficaram quase um mês sem o serviço de coleta de lixo. Eles contaram que os detritos são depositados em uma caçamba e a coleta era feita às terças e quintas-feiras e aos sábados, no entanto, o lixo ficou acumulado no local do dia 6 de fevereiro até 2 de março.
A população entrou em contato – via telefone – com a Piracicaba Ambiental, Sedema (Secretaria de Defesa do Meio Ambiente) e registrou queixas no Serviço 156. Mesmo assim, segundo os moradores, a situação se arrastou por quase 30 dias.
Um morador, que pediu para não ser identificado, contou que foi informado por um funcionário da empresa que o caminhão encontra dificuldades para entrar na travessa por ser uma via estreita e com árvores que impedem a passagem do veículo.
“Nesse caso, a empresa ou a prefeitura devem notificar os moradores para que podem as árvores e não prejudicar todos os vizinhos”, reclamou.
Questionada sobre o problema, a Sedema buscou informações junto à prestadora de serviço e foi informada que, de fato, a rua citada é bastante estreita e que o caminhão de coleta de lixo da empresa não consegue entrar na mesma.
“De qualquer maneira, a empresa comunica que a coleta no local será regularizada”, informou a pasta.
No final da tarde, a secretaria municipal informou que a coleta de lixo na travessa havia sido realizada.
Os moradores reclamam de ter que ligar na prefeitura ou acionar a imprensa todas as vezes que o serviço para. “Pagamos nossos impostos em dia e a prefeitura tem pagado a empresa, isso é desonestidade da Ambiental”, afirmou o morador.
Beto Silva
beto.silva@jpjornal.com.br