09 de julho de 2026

Piracicaba registra 11 suspeitas de novo coronavírus

Por edicao_jp |
| Tempo de leitura: 2 min

Piracicaba conta, até o momento, com 11 casos suspeitos do novo coronavírus. Ontem, a Secretaria de Saúde do município descartou uma das suspeitas. A paciente de 54 anos com histórico de viagem para França e Inglaterra teve o exame negativo para o Covid-19. Nos cinco novos casos suspeitos em Piracicaba, o que chama a atenção é que todos os pacientes têm histórico de viagens aos Estados Unidos.

De acordo com os dados da Secretaria de Saúde, os pacientes são um homem de 51 anos e quatro mulheres com idades entre 15 e 48 anos. A pasta não confirmou se são pessoas da mesma família ou pertencem a um grupo de viagem.

Já a Secretaria de Estado da Saúde informou ontem que mantém 16 casos confirmados do novo coronavírus. Destes, 15 residem na Capital e um em Santana do Parnaíba.

Os três casos registrados e divulgados no domingo pela secretaria estadual têm histórico de viagem à Itália, Japão e um se infectou a partir de contato com pessoa com Covid-19. Os pacientes estão estáveis e em isolamento domiciliar.

Entre o total de casos, um é assintomático, mas foi confirmado pelo Ministério da Saúde por apresentar elementos como resultado positivo do exame, infecção provável na Itália e possibilidade de estar em período de incubação do vírus, ainda sem manifestação de sintomas.

O Estado também registra 322 casos suspeitos e 271 descartados até o momento.

MONITORAMENTO
Conforme atualização do Ministério da Saúde, todas as pessoas que chegarem ao Brasil de países da América do Norte, Europa e Ásia, e tiverem sintomas como febre, tosse, coriza ou falta de ar poderão ser considerados casos suspeitos.

A alteração substitui uma lista de países anteriormente atualizada pelo Governo Federal, considerando o cenário da doença pelo mundo e também as rotas de viagens internacionais, visto que as principais rotas com o país vêm da Europa e América do Norte.

O Brasil também continuará atento aos viajantes vindos da Austrália, América Central e do Sul, com transmissão local indicada pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Beto Silva
beto.silva@jpjornal.com.br