09 de julho de 2026

Motorista de caminhão é acusado de trocar caixas de leite por droga

Por edicao_jp |
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Um motorista de caminhão foi detido após ser acusado de trocar uma carga de leite por drogas em um suposto ponto de venda de drogas, no bairro Chapadão, na madrugada desta segunda-feira (2). Um casal que seria o responsável pela venda de entorpecentes também foi conduzido ao plantão policial, onde foi autuado em flagrante sob acusação de tráfico de drogas. O motorista foi colocado em liberdade, mas responderá acusação de apropriação indébita.

Por volta da 1h da madrugada, os policiais teriam surpreendido um grupo de pessoas retirando caixas de leite da carroceria de um caminhão. Assim que perceberam a aproximação dos policiais, várias pessoas correram, mas três homens que estavam na carroceria foram abordados.

Após serem questionados, eles teriam informado que o motorista havia deixado o caminhão e ido em direção ao ferro velho da rua Gralha, ao lado do numeral 315. Várias equipes do 10º Baep foram ao local informado, onde teriam ouvido que alguém gritou “sujou”. Os policiais entraram em seguida em uma casa sem moradores perto do ferro velho.

De acordo com os policiais, o motorista do caminhão estaria consumindo pedras de crack, que havia trocado com parte da carga. Ele também portaria oito porções de crack,  duas trouxinhas de maconha, um pino de cocaína e R$  132,00. Os policiais teriam localizado debaixo do colchão 194 porções de crack, três unidades de cocaína, 18 de maconha e um pedaço de maconha.

Os PMs teriam entrado em contato com o  responsável pela  transportadora, que compareceu ao local e reconheceu o motorista, o caminhão e a carga. Ele também  apresentou notas fiscais da carga avaliada em R$ 40.675,15. As mercadorias foram devolvidas ao representante da empresa.

Todos os suspeitos foram levados ao plantão policial, mas somente o casal ficou preso acusado de tráfico de entorpecentes. Os suspeitos que teriam sido surpreendidos em cima da carroceria e o motorista foram liberados após prestarem depoimento.

Cristiani Azanha

crisazanha@jpjornal.com.nr