10 de julho de 2026
Viver

Mandalas com cores e detalhes que inspiram no "Arte n'OVALE"

Por Paula Maria Prado@paulamariaprado |
| Tempo de leitura: 1 min
mandala

Ainda que nenhuma doença seja bem-vinda, foi graças ao diagnóstico de esclerose múltipla, em 2006, que a publicitária e artista plástica Raquel Costa, de São Bento do Sapucaí, encontrou sua realização pessoal e profissional.

Obrigada a se afastar de todo estresse cotidiano, ela abraçou as mandalas como terapia. "Vi uma foto no Facebook de uma mandala pintada, então comprei materiais e tentei reproduzir sua técnica. Aprendi tudo sozinha. Logo depois, vendi meu primeiro trabalho", contou ela.

De lá para cá, o seu ateliê ganhou nome: Mandalas Bem me Quel. E então, Raquel, que morava em São José, optou por voltar para a casa dos pais, em São Bento. "Foi muito difícil desapegar do trabalho, aceitar essa mudança. Mas hoje estou realizada. Moro de frente para a Pedra do Baú, tenho uma vida mais tranquila", contou.

Cores.

Uma das mandalas de Raquel decora a página oito desta edição no projeto "Arte n'OVALE". Coloridas e cheias de detalhes, elas são únicas.

"O mais importante da mandala são as cores e, geralmente, as pessoas que as escolhem de acordo com uma tabela que mando e que trata de cromoterapia ou conforme seus próprios gostos. Mas elas precisam ter um significado na vida daquele que receberá a mandala".

Por outro lado, a criação é livre. Uma mandala é diferente da outra. "Ainda que haja referências, nunca vou fazer uma idêntica a outra. São exclusivas"..