CAOS NA SEGURANÇA
A diminuição do índice de homicídio não é o melhor parâmetro de avaliação sobre a real gravidade da situação da segurança pública em São Paulo. E, da mesma forma, a comparação com estados em piores condições. O tráfico de drogas, bem como as demais modalidades criminosas e de violência, mostram o caos atualmente existente no Estado de São Paulo. Há 23 anos o partido político PSDB administra a segurança pública em São Paulo. E essa administração permitiu o crescimento da maior facção criminosa do país e com atividades internacionais. Só por isso, comprovou-se a incompetência e a má gerência na área de segurança pública. E, se não há mais homicídio é por conveniência dessa facção criminosa - não deseja criar onda de violência - e não pela eficiência da estrutura policial do Estado de São Paulo. Há uma desordem na segurança pública do Estado de São Paulo, com o crescimento dessa facção criminosa, a carência de recursos das Polícias, os embates entre as Instituições que brigam entre si, a disputa política pelo Comando das Policias, os desvios de funções de policiais militares para fins diversos do patrulhamento ostensivo, a morosidade da polícia judiciária e do Judiciário, resultando em impunidade e crescimento da criminalidade e da violência. O tráfico de drogas aumenta. E, as prisões de traficantes com vínculos na Administração Pública e o volume das apreensões de drogas comprovam a gravidade da situação. A segurança pública é um grave problema e o Estado de São Paulo é o retrato de sua má gerência, com especialistas alardeando teorias inaplicáveis. O aumento da sensação de insegurança é inquestionável, tanto na cidade de São Paulo, quanto no interior. Não há interesse político em São Paulo em mudar as leis administrativas para proteção de policiais e agentes penitenciários que enfrentam e convivem diariamente com a criminalidade.
José Luiz Miglioli
Taubaté
REBELIÕES NOS PRESÍDIOS
Quem tem que estar preocupado com essa situação é a sociedade, pois quem paga a 'estadia' desse pessoal somos nós. Quando quebram tudo, de quem é a conta?
Wilson Nogueira
São José dos Campos