CRÍTICA. Cerca de 150 profissionais que atuavam na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Alto da Ponte, na zona norte de São José, planejam protestar contra a prefeitura. O grupo, que era contratado do Próvisão, perdeu emprego após a INCS (Instituto Nacional de Ciências da Saúde) assumir a gestão do local. "A prefeitura, por lei, não pode exigir o reaproveitamento de funcionários de empresas terceirizadas", disse Felicio Ramuth..