07 de julho de 2026
Viver

SONS QUE INSPIRAM

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Antes de falar da criação musical de Chris Andersen, 38 anos, nascido e criado em Nova York, A Coluna F3 & falará sobre a importância da música em nossas vidas. Você já pensou sobre a influência que a música tem sobre nós, seres humanos?

Afinal, ela está presente em todas as fases da vida e dita o ritmo das mais variadas situações e momentos. Para a ciência, não há dúvidas de que a música tem um impacto nas emoções, no comportamento e, em última análise, até na saúde de cada um de nós. Quando tocamos um instrumento ou ouvimos alguma gravação, diversas áreas do cérebro são instigadas — poucas atividades intelectuais têm um efeito tão amplo.

E foi na música que o americano Andersen encontrou sua fonte de prazer e criação. Um dia, enquanto lavava louca, percebeu que o som dos vidros e dos objetos de aço inoxidável poderiam proporcionar algo harmônico. E a partir dai elaborou, transformou e colocou em prática a criação de instrumentos musicais desenvolvidos a partir de vidro e aço inoxidável.

"Quando eu era criança, eu estava sempre batendo e tamborilando nas coisas. Como potes, frigideiras e velhos pedaços de metal. Com muita pesquisa, aprendi a fazer esses sons mais musicais", conta ele.

"Meus primeiros euphones foram feitos com varetas de vidro. Com o tempo, percebi que poderia usar outros materiais lisos como vidro. Agora estou usando aço inoxidável polido", acrescenta o artista, que ouvia Beatles desde pequeno e aprendeu a tocar bateria na escola.

Seu processo criativo não para por ai. Como a diversidade de materiais é ilimitada, certamente Chris constantemente testa novas combinações, sons e possibilidades. Ele encoraja a todos a criarem não somente no cenário musical, mas em qualquer outra área da vida. "Continue tentando e fazendo coisas. Cometa erros e aprenda com eles", finaliza o artista.

De maneira geral, estamos ainda numa constante evolução para entender todas as potencialidades da música em nossa saúde física e emocional, na nossa vida. Enquanto isso não acontece, façamos como Chris Andersen: busquemos além das formas convencionais, caminhos onde os sons nos inspirem à transformar, criar e ter alegria na vida..