Amantes de realities culinários anotem na agenda: começa nesta terça-feira (6), a partir das 22h30, na Band, um dos talents show de maior repercussão nas redes sociais: a quinta temporada da versão brasileira de "Masterchef".
Dessa vez, foram mais de 30 mil inscrições. Mas apenas 38 candidatos passaram pelos testes presenciais - entre eles um padre e um policial militar - e foram convocados para duelos diretos, novidade, aliás, que marca a estreia do programa.
Agrupados por afinidades gastronômicas, os candidatos serão emparelhados pelos jurados para embates específicos, por exemplo: "o desafio da massa fresca", "do bolo de chocolate", "da cozinha oriental" e "da cozinha regional", entre outros temas.
"Dessa vez os concorrentes são muito guerreiros e emblemáticos, com personalidades marcantes. Vai ser muito divertido desde o primeiro episódio, com embates eletrizantes", adiantou em nota a apresentadora Ana Paula Padrão.
"O espírito de competição começa mais cedo nesta temporada. Os participantes irão valorizar ainda mais a conquista do avental, que não será fácil", disse o chef Erick Jacquin, que segue como jurado junto dos também chefs Paola Carosella e Henrique Fogaça.
Definidos os vencedores, as últimas vagas da atração serão disputadas em uma repescagem que reunirá os melhores cozinheiros entre os eliminados anteriormente nos duelos. O público só saberá quem são os 21 cozinheiros amadores que entrarão na atração no final do segundo episódio.
Para tudo!
Se entrar será difícil, permanecer na competição será ainda mais. A equipe de cozinha por trás do programa promete provas ainda mais complicadas nos 22 episódios que compõem esta edição.
Um exemplo? O maior desafio proposto na história do "Masterchef Brasil": servir 300 pessoas no Centro de Tradições Nordestinas, em São Paulo, com uma dificuldade extra: o episódio terá a participação do chef convidado Rodrigo Oliveira, do restaurante Mocotó, especializado nesse tipo de culinária.
"As provas são muito diferentes e ainda mais desafiadoras. Organização, liderança e senso de trabalho em equipe serão essenciais", contou o chef Henrique Fogaça. "Por conta da pressão, demora um pouco para os participantes começarem a se sentir suficientemente confortáveis na cozinha do MasterChef", analisou Paola.
Outra novidade é que mais de um participante poderá ser eliminado em cada programa. "Não há mais um número pré-definido de eliminados, podemos ter dois ou até três eliminados no mesmo episódio. Ou seja, os cozinheiros terão de pensar e agir de forma estratégica no jogo", revelou o diretor Patricio Díaz.
Premiação.
Por outro lado, todos os desafios valerão prêmios. Após a conquista do avental - que garante a vaga na competição - os vencedores das provas individuais acumularão R$ 1.000 que deverão ser gastos em compras no supermercado Carrefour. Já as mini-provas valerão R$ 500 para quem fizer o melhor prato. Os dois finalistas ainda serão premiados com R$ 1.000 por mês, durante um ano, para fazer compras também no estabelecimento comercial.
O grande vencedor leva ainda para casa R$ 200 mil; uma bolsa de estudos na Le Cordon Bleu, em Paris; o próximo veículo lançamento da Citroën; eletroportáteis e utensílios de cozinha da marca Tramontina by Breville.
Também terá direito a uma viagem para a Itália para conhecer a fábrica da marca de massas Barilla; irá acompanhar a final do Worldpasta Championship e irá criar uma receita de molho de tomate para a linha Pomarola Chef. Além de, é claro, o troféu MasterChef.
O segundo colocado ganhará uma bolsa de estudos na Le Cordon Bleu, no Canadá..