10 de julho de 2026
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'Ricardo Bacelar - Ao Vivo no Rio' traz registro de concerto no Blue Note Rio

Por Da Redação |
| Tempo de leitura: 2 min
Ricardo Bacelar

O pianista, compositor e arranjador brasileiro Ricardo Bacelar lançou o seu quarto álbum solo, intitulado “Ricardo Bacelar – Ao Vivo no Rio”, com repertório de música brasileira e jazz. O álbum foi gravado em maio de 2018, no Rio de Janeiro, em um concerto no Blue Note Rio, durante a tour de seu mais recente trabalho, “Sebastiana”.

Ricardo Bacelar inicia a estreia de uma série de sete vídeos que serão apresentados semanalmente, todas as quintas-feiras, em seu canal oficial no YouTube. O primeiro vídeo a ser apresentado é o de “Toda menina baiana” (confira abaixo as datas dos lançamentos). Assista aqui: https://youtu.be/-frMjzuuwDc .

Ricardo toca piano e teclados, canta e vem acompanhado de um time de grandes músicos brasileiros: João Castilho (guitarra), Danilo Sina (sax e flauta), Renato Endrigo (bateria), Alexandre Katatau (contrabaixo) e André Siqueira (percussão).

O repertório é um recorte de seus discos anteriores, em versão ao vivo. Traz uma composição de Ricardo Bacelar e Cesar Lemos, “Sernambetiba 1992”, e grandes autores: Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Heitor Villa-Lobos, Pat Metheny, Chick Corea, Horace Silver, Gilberto Gil, Moacir Santos, Flora Purim, Benny Golson e outros. Faz releituras de “Toda menina baiana” e “Partido alto”. A atmosfera do disco captura a ambiência sonora do clube de jazz e a energia da performance ao vivo.

Valorizar os signos da música brasileira com acento jazzístico tem sido tendência nos trabalhos de Ricardo Bacelar, que tem levado para o mercado internacional a sonoridade do Brasil, misturada à improvisação do jazz e à música instrumental. Seu álbum anterior, “Sebastiana”, esteve entre os 50 discos mais executados nas rádios de jazz norte-americanas, em um período de 2018, segundo o ranking do Jazz Chart.

Para Ricardo, que assina a produção do álbum, o momento de isolamento vem acompanhado de múltiplas experiências. “A música é veículo fundamental de percepção, conexão e construção de perspectivas que trazem significados aos acontecimentos, nos planos pessoal, espiritual e emocional. Sem a arte e a abstração, a vida não faz sentido”, afirma.