O Brasil chegou aos 87.131 óbitos e 2.423.798 casos contaminações pela Covid-19, com 79 novos óbitos e 3.897 novas infecções desde 20h de domingo, de acordo com boletim das 13h do consórcio de veículos de imprensa.
Os dados são divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde.
O mais recente levantamento havia sido divulgado às 8h. Desde então, as secretarias de Saúde de Ceará, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Roraima divulgaram dados mais recentes. O balanço anterior contabilizava 87.058 mortes e 2.420.143 casos confirmados.
As estatísticas da pandemia no Brasil são divulgadas três vezes ao dia pelo consórcio. Os próximos dados serão divulgados às 20h desta segunda-feira. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.
Mundo registra recorde diário de casos pela Covid-19, com mais de 284 mil infecçõesA Organização Mundial de Saúde (OMS) registrou um aumento recorde nos casos do novo coronavírus em todo o mundo na última sexta-feira (24), com 284.196 novas infecções em 24 horas.
Os países que mais registraram novos casos foram Estados Unidos, Brasil, Índia e África do Sul, de acordo com o relatório diário da entidade. Foram informadas 9.753 novas mortes pela doença, maior número diário de óbitos desde o recorde de 9.797 estabelecido em 30 de abril.
O recorde anterior de novos casos registrado pela OMS foi de 259.848 no dia 18 de julho. As mortes em julho têm sido, em média, de 5 mil por dia, uma elevação em relação à média diária de 4.600 óbitos em junho.
Covid-19 mata mais rapidamente pacientes em Roraima do que em Santa Catarina, mostra estudoO tempo transcorrido tipicamente entre uma vítima brasileira do novo coronavírus manifestar os primeiros sintomas e morrer é de 15,2 dias, mas varia muito conforme o estado onde o paciente vive, podendo ir de 11 dias (em Roraima) a 17 dias (em Santa Catarina). Essa disparidade aparece em um estudo em andamento realizado por cientistas do Imperial College de Londres e da Universidade de Oxford, que analisou dados de pacientes internados em todo o Brasil.
Apesar de ainda ser difícil explicar os motivos específicos das diferenças entre os estados, o mapeamento ajudará epidemiologistas a entregarem projeções mais precisas sobre a doença no Brasil.