10 de julho de 2026
Brasil

Brasil tem mais de 1,8 milhão de casos do coronavírus, diz consórcio de veículos de imprensa em boletim das 8h

Por Agência O Globo |
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Coronavírus

O número de casos confirmados de Covid-19 no Brasil subiu para 1.807.496, indica o boletim das 8h do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo neste sábado. Os números são consolidados a partir das secretarias estaduais de Saúde. O total de óbitos é de 70.601. 

As estatísticas da pandemia no Brasil são divulgadas três vezes ao dia. O próximo levantamento será divulgado às 13h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde na gestão do interino Eduardo Pazuello.

Desde o último boletim fechado, às 20h da última sexta-feira — dia em o país ultrapassou a marca dos 70 mil mortos —, foram notificados 3.158 novos casos de Covid-19 e 77 mortes a mais pela doença.

O levantamento é assinado por um consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde. À época em que foi lançado, no dia 8 de junho, o Brasil contava com 36,4 mil mortes por coronavírus. Em pouco mais de um mês, portanto, a quantidade de óbitos por coronavírus praticamente dobrou.

O boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, nesta sexta-feira à noite, aponta que o Brasil tem 1.800.827 casos do novo coronavírus e soma 70.398 mortes pela doença. No registro das últimas 24h, foram contabilizados 45.048  novos casos e 1.214 óbitos. Do total de mortes, 369 foram dos últimos três dias. Ainda de acordo com os dados, 1.078.763 pessoas infectadas estão recuperadas. Há também 4 mil óbitos em investigação.

A Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), um colegiado do CNS (Conselho Nacional de Saúde), aprovou na sexta-feira a terceira fase dos testes da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Na semana passada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária já havia autorizado os testes, cuja previsão é de 12 meses.