07 de julho de 2026
Coluna Social

Clássico

Por José Luiz de Souza |
| Tempo de leitura: 4 min
Johnny Almeidar

Quem também está aguardando data para confirmação de um workshop ou Live na academia Ballet Ana Araújo, de São José dos Campos, é bailarino Johnny Almeida – tudo vai depender dos protocolos sanitários vigentes no Estado de São Paulo nas próximas semanas. Johnny, que já passou por Nova York com contrato profissional pelo Ballet Bolshoi, participou do Prix de Lausanne, na Suíça, em 2011. Antes de partir para os EUA, integrava a Companhia Brasileira de Ballet, do Rio de Janeiro. Com isso tudo, já trabalhou ao lado de grandes estrelas e nomes do Ballet mundial, como Ángel Corella, bailarino principal do American Ballet Theatre e atual diretor artístico do Pennsylvania Ballet; Gelsey Kirklandm bailarina principal do New York City Ballet, American Ballet Theatre e atual diretora do Gelsey Kirkland Ballet em Nova York. E Diana Vishneva, primeira bailarina do Teatro Mariinsky em São Petersburgo Rússia. Desde o último ano, é mestre em Ballet Master para administrar as aulas de variação repertório no Miami Internacional Ballet Competition, uma das maiores competições para jovens bailarinos dos Estados Unidos.

Retorno dos Eventos

Na última terça, 9 de junho, representantes do setor de eventos sociais e corporativos se reuniram com o Secretário Municipal de Desenvolvimento de Taubaté, Johnny Bibe de Oliveira. O principal assunto do encontro foi a solicitação de um novo estudo que deve apoiar uma avaliação mais efetiva na retomada do setor. Houve ainda um pedido para incluir nas discussões atenção ao retorno dos eventos sociais. A intenção da reunião foi dar um primeiro passo rumo ao desenvolvimento de protocolos específicos para que, assim que possível, festas e comemorações possam voltar a acontecer na cidade com segurança para todos os envolvidos.

Apesar de ser o segmento de mercado com a menor perspectiva de recuperação à curto prazo, durante o encontro, foram apresentados alguns dados relativos à movimentação desse mercado de eventos naquela cidade no último ano, incluindo os corporativos e sociais. A estimativa aponta que somente o setor de casamentos alcançou investimentos que chegaram a ultrapassar os expressivos 66 milhões de reais na região de Taubaté no ano passado. “O pleito será encaminhado ao comitê de enfrentamento da crise para uma análise criteriosa e, assim, estabelecer a forma que o setor de eventos poderá retomar suas atividades”, informa o Secretário.

Estavam presentes na reunião a diretora regional da Associação Brasileiras de Empresas de Eventos do Estado de São Paulo, Carmola Cândido, Francine Maia representando a “União dos Profissionais de Eventos Sociais e Corporativos de Taubaté”, e Solange Barbosa, representando Conselho Municipal de Turismo.

Representantes do mercado de eventos

Mercado de Valores

Diante de todo esse panorama crítico para a saúde e economia provocado pelo novo coronavírus pelo menos um cenário, mantem-se positivo: a Bolsa de Valores brasileira que tem reagido bem à pandemia. A reabertura comercial no mundo, incluindo algumas regiões brasileiras, reflete diretamente no mercado financeiro. A B3 já retornou para índices próximos do período anterior à pandemia, com Ibovespa seguindo em alta na última semana. Este otimismo tem fundamento, como explica Paulo Naressi, um dos sócios da Plátano Investimentos – XP Investimentos de São José dos Campos, maior e mais antigo escritório de investimentos do Vale do Paraíba.

“Além da reabertura mundial, os pacotes de estímulos dos Estados Unidos e da Europa injetaram muita liquidez no mercado. Estamos falando de 18 trilhões de dólares em circulação. Uma nova injeção de ânimo essa semana traz novas perspectivas para o mercado, deixando o momento ainda mais positivo. Alguns países que já zeraram os casos de covid – 19, como foi anunciado pela Nova Zelândia, por exemplo, que abre espaço para uma reabertura mais robusta. O resultado disto foi uma segunda-feira que registrou no meio do dia uma subida do Ibovespa em 2,34%, atingindo o patamar atual dos 97 mil pontos".

Diante deste cenário, mesmo com a economia real brasileira caminhando a passos curtos no que diz respeito a geração de empregos e reestruturas de empresas, a expectativa para o início deste segundo semestre é de recuperação e atração a investidores estrangeiros. Tudo indica que o ritmo de recuperação deverá aumentar o otimismo e com isso chamar a atenção dos investidores estrangeiros, que estão com alta liquidez e prontos para entrar na B3.

Paulo Naressi