Com a pandemia do novo coronavírus longe de ter um final, o jeito é ficar em casa. E, para os amantes do futebol, a volta da bola nos gramados brasileiros também está totalmente indefinida. Assim, restam as lembranças. Para alguns, o momento serve também para dar uma organizada nas coleções de camisas do time do coração. É o caso do joseense Cézar Trunkl e do taubateano Frederico Carvalho.
Torcedor do São José desde pequeno, o advogado Trunkl tem mais de 300 camisas da Águia do Vale. O jornalista, que mora em Tremembé, já tem mais de 100 camisas do Burro da Central.
"Coleciono camisa do São José desde criança. Porém, com método, a aproximadamente uns 12 anos", disse o joseense, que também coleciona camisa de outras equipes.
"Armazeno em araras com as peças protegidas com saco plástico", explica o advogado, que atualmente também é presidente do Conselho Deliberativo do São José.
As camisas mais recentes adquiridas são uma de 2017 e outra, relíquia, de 1981. "(Consegui) Com um colecionador de Porto Alegre que comprou de um ex-jogador", disse Trunkl.
Para Fred Carvalho, a coleção de camisas do Burrão é um fato mais recente. "Comecei para valer em 2013, quando comprei a coleção de um amigo meu. Aí, ganhou força e resolvi correr atrás com mais seriedade", afirma.
Para Fred, o maior desafio atual ainda é buscar uma maneira mais adequada para organizar os uniformes. "Elas ficam em um armário extra aqui, um pouco apertadas. O ideal é ter um pouco mais de espaço. Algumas, 5%, ficam dobradas em sacos plástico em uma gaveta. As de pano pode dobrar sem perigo", ressalta.
Segundo ele, quatro são especiais. "Uma de 1978, outra de 1979 usada pelo Toninho Taino e duas de 1980", afirma. A mais recente aquisição é um agasalho do Taubaté, de 1979.
Cezar Trunkel
Fred Carvalho