MP. Apesar do pedido de suspensão dos repasses do Fadenp a equipes profissionais, a ação tem como ponto principal uma suposta irregularidade na parceria entre prefeitura e Escola do Corpo, entidade que comanda a equipe de vôlei e que teria recebido R$ 6,323 milhões entre 2015 e 2018, sem que houvesse instrumento formal de convênio. O MP pede a condenação por improbidade administrativa de José Luiz Nunes do Couto, que era secretário de Esportes quando os repasses começaram, e de dois integrantes da comissão técnica. Em nota, a Escola do Corpo informou que, assim que for notificada, "acionará o corpo jurídico para averiguar e tomar as decisões legais cabíveis". O ex-secretário de Esportes negou irregularidades. "Todo o trabalho que a prefeitura sempre fez [desde que o Fadenp foi criado, em 1994], com as modalidades esportivas, sempre seguiu o mesmo rito"..