08 de julho de 2026
Política

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Future-se

O advogado Toninho Ferreira, presidente do PSTU em São José dos Campos, fez críticas ao programa Future-se, lançado pelo MEC (Ministério da Educação).

Ensino em risco

"Estão tentando acabar com o ensino público no Brasil. Há aqui mais uma tentativa de transformar um direito em uma mercadoria, típico da sociedade capitalista. O projeto 'Future-se' é parte de uma lógica de mercado irracional, o que significa, sem futuro", argumentou o presidente do PSTU.

Inpe x Bolsonaro

Já o vereador Wagner Balieiro (PT) participou do ato realizado no início da semana em defesa ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), após críticas do presidente Jair Bolsonaro (PSL) aos dados sobre desmatamento da Amazônia divulgados pelo instituto.

Desmatamento

"As informações sobre o desmatamento na Amazônia são públicas e são utilizadas por vários órgãos ambientais e de pesquisas para o desenvolvimento do nosso país", afirmou o petista.

Tentativa de feminicídio

A tentativa de assassinato de uma mulher de 38 anos em Taubaté, que levou 50 facadas do ex-namorado, repercutiu entre vereadores e ex-vereadores da cidade.

Absurdo

"É um absurdo que homens continuem tentando matar e muitas vezes realmente matando a nós, mulheres, simplesmente por não terem controle sobre nossas vidas", disse a vereadora Loreny (Cidadania). "A vítima teve sua casa invadida e levou 50 facadas mesmo com medida preventiva".

Covardia

"Um ato desse não pode ficar impune. Quantas delas já morreram ou sofrem violência por dia? Precisamos cuidar mais das nossas mulheres, da nossa gente. Cobro constantemente da nossa segurança para que possamos vencer essa realidade", disse o presidente da Câmara, Boanerge dos Santos (PTB).

Ajuda

"Homens, busquem ajuda para não cometerem tanta covardia, se submetam aos profissionais da psiquiatria", postou o ex-vereador Noilton Ramos (PSL).

Treinamento para GCM

Um grupo de 30 agentes da GCM (Guarda Civil Municipal) de Taubaté recebe nessa quarta-feira um treinamento de técnicas de rapel oferecido pelo Gir (Grupo de Intervenção Rápida).

Intervenção Rápida

Criado em 2002 pela SAP (Secretaria de Administração Penitenciária), o Gir atua para conter rebeliões e motins em presídios, por exemplo. Segundo a prefeitura, o treinamento visa aprimorar os agentes da GCM, que deixaram de realizar apenas segurança patrimonial.