10 de julho de 2026
Planejamento

Projeto de loteamento no ‘terreno das vaquinhas’ deve ter ruas largas e maior área verde do Aquarius

Por Xandu Alves |
| Tempo de leitura: 2 min
Vista do Aquarius

Para evitar o problema de adensamento de prédios do Jardim Aquarius, região oeste de São José dos Campos, o projeto do novo loteamento que deve ser anunciado para o ‘terreno das vaquinhas’ optará por ruas mais largas, praças e uma área verde que deve superar a praça Ulysses Guimarães, de 40 mil m².

Atualmente, a praça é considerada um dos principais espaços de lazer da cidade.

Como antecipado por OVALE, o ‘terreno das vaquinhas’ é alvo de estudo para um novo loteamento, de acordo com fontes do mercado. A área tem 550 mil metros quadrados e é avaliada em mais de R$ 240 milhões.

O novo loteamento deve ser apresentado em seis meses e será baseado em projetos que misturam áreas residenciais e comerciais com espaços de lazer, as chamadas áreas verdes. Também está prevista a construção de prédios.

“É um dos terrenos da cidade que vai receber um projeto de primeiro mundo, moderno e muito bonito, que vai representar um marco”, disse um corretor.

GIRASSÓIS

Nesse momento, o terreno está sendo preparado para receber o plantio de girassóis, em novembro. A previsão é de florir até março de 2022.

“Será um projeto muito arrojado e moderno, bem diferente do que é o Aquarius com aquele adensamento de prédios. Terá muia área verde e prédios com grandes espaços ao redor, com ruas largas e praças”, disse uma fonte do mercado.

Os prédios previstos para o novo loteamento devem ocupar área de até 4.000 m², enquanto no Aquarius os prédios estão em área de 1.100 m². A regra serviria para controlar e equilibrar a verticalização.

A altura dos prédios dependerá da localização no terreno, que é mais baixo do lado da Via Oeste, e dos limites impostos pelo Comando da Aeronáutica, em razão do aeroporto de São José dos Campos.

O zoneamento permite construções de até 400 apartamentos naquele espaço. Caso o empreendimento seja maior, a regra da outorga onerosa, criada pela nova lei de zoneamento de São José, aprovada em 2019, permite ao empreendedor pagar para construir acima da altura prevista para a localidade.