11 de julho de 2026
Manifestação

Familiares e amigos se unem em protesto durante nova audiência do caso Priscila

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Grupo cobra justiça por professora de São José que foi morta carbonizada

Um grupo de amigos e familiares da professora Priscila Tatiana, morta carbonizada no ano passado, faz uma manifestação na tarde desta quinta-feira (5), quando acontece a terceira audiência do caso com o ex-companheiro da vítima.

A audiência acontece no Fórum da Barra Funda, em São Paulo (SP) e teve início por volta das 13h30. Segundo o pai de Priscila, Rodolfo Almeida da Cruz, o objetivo da ação é cobrar justiça pela morte da filha. 

Em cartazes, os manifestantes pedem pelo fim da violência contra a mulher. Todos os participantes usam máscaras.

O CRIME.

Priscila Tatiana saiu de casa em São José dos Campos na manhã do dia 17 de julho de 2020 para trabalhar, e, por volta das 19h, teve seu último contato por telefone. Ela estava fazendo compras em um supermercado na região leste da cidade e não retornou desde então.

A partir de seu desaparecimento, o irmão registrou o caso junto à Polícia Civil, que identificou que um carro encontrado no Jardim Ângela em São Paulo, no dia seguinte ao desaparecimento de Priscila, tinha a mesma placa informada pela família. O veículo também foi visto em imagens de radar na Marginal Pinheiros, na noite do crime.

O corpo foi encontrado em avançado estado de carbonização e o celular do ex-companheiro de Priscila foi encontrado próximo ao veículo. Ele foi preso em 19 de agosto depois de uma denúncia anônima sobre sua localização, na capital.

O casal esteve junto por cerca de 10 anos e teve dois filhos.