08 de julho de 2026
Esportes

QUÉ SE SIENTE? Festa e vaga na final

Por Gazetapress@jornalovale |
| Tempo de leitura: 2 min
Vidal e Alexis em treinamento do Chile

A Argentina tem o melhor do mundo. O Brasil tinha um camisa 9 zerado na Copa América, com pressão pela seca também no Mundial da Rússia. Mas diante aproximadamente 55 mil pessoas no Mineirão, o tal palco dos 7 a 1, ninguém foi maior que Jesus, o Gabriel.

Com uma atuação imponente do atacante do Manchester City, daquelas para lavar a alma e deixar o estádio aplaudido de pé, também reforçada por um desempenho plausível de Daniel Alves, a Seleção Brasileira fez 2 a 0 em da Argentina na noite dessa terça-feira.

Resultado que garante os pentacampeões na grande final da Copa América, agendada para domingo, no Maracanã, frente ao vencedor do duelo entre Chile e Peru. Aos argentinos lhes resta a disputa pelo terceiro lugar, na véspera, dentro da Arena Corinthians.

Um resultado que mantém o martírio do camisa 10 com a camisa celeste e escancara a força da equipe de Tite quando em casa. Uma Seleção que segue sem ser vazada e que mantém uma freguesia: 14 anos sem perder para o maior rival em competições oficiais.

A Seleção Brasileira, claramente contaminada por todo o ambiente, tomou as rédeas da partida. O prêmio não demorou a aparecer, e em grande estilo, com direito a caneta de Coutinho, chapéu de Daniel Alves, outra finta do lateral, para deixar a marcação sentada e assistir Firmino cruzar nos pés de Gabriel Jesus.

O camisa 9 estufou as redes, acabou com seu jejum pessoal e levou o Mineirão à loucura.

A partir de então, os argentinos acordaram. Ou melhor, Messi começou a participar do jogo, ao seu estilo, com a bola grudada em seus pés.

A etapa final parecia ganhar outra cara. Uma Argentina muito mais incisiva, que de início arriscou dois chutes ao gol de Alisson, resolveu marcar no campo de ataque e chegou a mandar uma bola na trave com seu camisa 10.

Jesus, então, resolveu agir mais uma vez, e o balde de água fria nos tantos argentinos presentes foi sintomático. Arranque, calma e categoria para deixar Roberto Firmino na bola. O segundo golaço do jogo, esse não de Jesus, mas com a assinatura do tão questionado atacante.

Daí para frente, o que se viu foi a tradicional festa brasileira. Gritos de "eliminado", dribles em excesso para causar aquela confusão e o famoso "olé" para marcar a noite triunfal do esquadrão canarinho..