DEFESA. A defesa do ex-presidente Lula argumenta que o habeas corpus foi protocolado em novembro de 2018 para que fosse reconhecida a suspeição do então juiz Sergio Moro para processar e julgar Lula e, consequentemente, reconhecimento da nulidade de todos os atos praticados por ele na ação penal do tríplex, além de soltura do ex-presidente. O argumento central da defesa é o fato de Moro ter aceitado convite para o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Jair Bolsonaro. Quando foi impetrado no ano passado, a defesa não trazia em seus argumentos as supostas trocas de mensagens entre Moro e o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato..