Em depoimento à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Essencial, Mauro Hamilton Bignardi, sócio da empresa, relatou a mesma versão que havia sido apresentada no mês passado pelo secretário de Saúde, João Ebram Neto. Segundo Bignardi, "atrasos pontuais" nos salários dos cerca de 200 médicos terceirizados ocorreram no fim do ano passado, devido a atrasos nos repasses da prefeitura.
"Houve atraso de alguns dias". De acordo com o representante da Essencial, embora isso "acabou incomodando muitos colegas", não houve nenhum reflexo nos serviços prestados. "Em nenhum momento houve quebra de confiança ou descrédito.
A gente se manteve firme e forte, não houve desassistência". A comissão foi aberta para apurar atrasos nos salários de médicos que prestam serviço à empresa, que atua em quatro unidades de urgência e emergência da rede municipal - PSM (Pronto Socorro Municipal), PA (Pronto Atendimento) do Cecap e UPA's (Unidades de Pronto Atendimento) San Marino e Santa Helena..