08 de julho de 2026
Política

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Emanuel no Novo?

Circula nos bastidores da política de São José dos Campos a informação de que o ex-prefeito Emanuel Fernandes iria se filiar ao Novo. Segundo apuração dessa coluna, é apenas um boato, sem fundamento.

Fora da política

À coluna, o próprio ex-prefeito negou a informação. Nos bastidores do PSDB, antigo partido de Emanuel, a informação é de que ele já não teria mais nenhuma pretensão político-partidária. Essa decisão, aliás, foi imposta pela Justiça.

'Ficha suja'

Condenado por improbidade administrativa, Emanuel teve os direitos políticos suspensos por três anos. Nesse período, não poderá se filiar a nenhum partido e nem se candidatar. Em 2018, teve que deixar o PSDB.

Condenação

Emanuel foi condenado pela contratação de serviços do transporte coletivo sem licitação em 2004, quando era prefeito. Ele nega irregularidade no processo e diz entender que o prazo de suspensão dos direitos políticos já foi cumprido.

Balanço da sessão

Os vereadores de São José aprovaram 28 requerimentos, quatro moções, duas atas e um documento diverso na sessão ordinária de terça. Apenas três requerimentos foram rejeitados, todos de autoria da vereadora Amélia Naomi (PT).

Blindagem

Dois dos requerimentos rejeitados em plenário pediam informações à prefeitura e ao CMAS (Conselho Municipal de Assistência Social) sobre a etapa municipal da Conferência Nacional de Assistência Social.

Transporte

O outro requerimento rejeitado cobrava explicações da prefeitura sobre a redução de linhas de ônibus durante o mês de julho, durante o período de férias escolares.

Benefícios congelados

O Sindicato dos Servidores de São José anunciou que, após dois meses de análise, o governo Felicio Ramuth (PSDB) rejeitou todas as solicitações da entidade, que incluíam a possibilidade de reajuste nos benefícios dos funcionários, em especial o vale-alimentação, que está congelado desde 2013.

Inaceitável

O pedido incluía também o reajuste do subsídio do plano de saúde, o que nunca ocorreu desde sua implantação, em 2014. "Até mesmo as reivindicações que dependem apenas da vontade política do governo, foram negadas. O descaso da administração com a qualidade de vida dos servidores é inaceitável", disse a entidade. A nota também criticou medidas como a terceirização da UPA do Campo dos Alemães. "Chega de estudo! Os servidores não são um projeto, somos uma realidade", finalizou o comunicado.