O padrasto da bebê Maria Clara, que foi morta decapitada em outubro do ano passado, em Pindamonhangaba, vai a júri popular nessa terça-feira (10). Ele está preso desde o crime e responde por homicídio triplamente qualificado.
Na época, o caso gerou uma grande comoção no município. O homem, inicialmente, relatou que saiu com a enteada e, ao retornar, disse que ela teria sido levada por outra pessoa.
Contudo, a versão foi contestada pela polícia após a obtenção de imagens de segurança do local em que ele teria alegado que a criança havia sido levada. Com isso, ele confessou o crime e contou que a criança foi decapitada.
Após o crime, a casa que em que o homem vivia com a mãe da bebê chegou a ser incendiada por moradores.
OUTRO LADO.
Em nota, o advogado Hélio Barbosa, responsável pela defesa de Diogo da Silva Leite, afirmou que reconhece a confissão do reú, mas apresentará a tese que não houve a falsa comunicacao de crime e ocultação de cadáver. O advogado informou ainda estar convicto de que o cliente não participou sozinho do crime.