REAÇÃO. A OMS rejeitou insinuações por parte do governo de Jair Bolsonaro de que tenha apoiado a ideia de que políticas de isolamento não devam ser aplicadas. Na segunda, o diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus, usou sua coletiva em Genebra para convocar os países a também lidar com os mais pobres. Na manhã desta terça, Bolsonaro usou a frase para justificar sua política de rejeição de medidas de isolamento. Tedros, porém, não se referia a isso. Mas sim à necessidade de que instrumentos sejam criados para garantir o sustento dessas pessoas, por medidas sociais e transferência de recursos. Diante da polêmica, a OMS decidiu ir de maneira deliberada às redes sociais nesta terça. Ainda que não cite expressamente o nome do brasileiro, a entidade decidiu esclarecer seu posicionamento..