SILÊNCIO. A reportagem questionou o governo Ortiz sobre os critérios adotados para definir os temas das peças e sobre que setores participam dessa definição, mas não houve resposta. O contrato entre 2013 e 2018 com a Central Business foi marcado por peças de publicidade com dados incorretos, que inflavam as realizações do governo. No fim de 2018, a agência venceu outra licitação e firmou um segundo contrato, que prevê aumento de 71% no gasto anual (R$ 6 milhões/ano)..